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O [[Dominato]] ou o Baixo Império Romano é uma forma de governo que se inicia, grosso modo, com a ascensão de Diocleciano, em 284 d.C, se estendendo até a deposição de [[Rômulo Augusto]], em 476. É caracterizado como responsável pelo restabelecimento da ordem, na qual o Estado romano, com a intenção de manter a unidade imperial realizou uma série de medidas, empreendendoempreendeu amplas reformas no setor público, como as instituídas por Diocleciano e [[Constantino]], criadores dessa forma de governo.<ref>SILVA; MENDES, 2006, p. 193-196</ref>
 
Diocleciano reorganizou a administração imperial com a criação da [[Tetrarquia]], sistema de governo baseado na divisão administrativa entre quatro titulares, melhorando a gestão e a defesa do território romano a fim de manter a unidade imperial. Na administração pública, a institucionalização do [[Dominato]] levou a uma forte burocratização do aparato administrativo, devido a hierarquização e especialização de funções e cargos pela separação de tarefas e delimitação de competências dos funcionários públicos. Ideologicamente, o [[Dominato]] é marcado pela aproximação mítico-religiosa feita pelos imperadores, de forma que tudo que os cercava era tido como sagrado, afirmando o direito divino dos soberanos e reforçando a influência oriental, helenística e persa, principalmente. Diocleciano e [[Maximiano]], por exemplo, eram investidos, respectivamente, pelos Jóvio, ou [[Júpiter (mitologia)|Júpiter]], e Hercúlio, ou [[Hércules]], remetendo-os a uma origem divina.<ref>SILVA; MENDES, 2006, p. 195-203</ref>
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