Diferenças entre edições de "Rudolf Hess"

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O seu advogado, dr. Seidl, achou que Hess era demasiado frágil e velho para se ter ele próprio enforcado. Wolf Rüdiger Hess por várias vezes queixou-se de que o seu pai foi assassinado pelo [[MI6|Secret Intelligence Service]] britânico para evitar que revelasse infrmações sobre a má-conduta britânica durante a guerra. Abdallah Melaouhi, o assistente médico de Hess entre 1982 e 1987, foi demitido do seu cargo no Conselho de Aconselhamento de Imigração e Integração no parlamento distrital após ter escrito e editado um livro sobre uma questão semelhantes. Segundo um investigação do governo britânico em 1989, as evidências disponíveis não apoiavam o argumento de que Hess tinha sido morto, e o Procurador-Geral, [[Nicholas Lyell, Barão Lyell de Markyate|Sir Nicholas Lyell]] mandou arquivar o processo.{{sfn|Milmo|2013}} Além disso, os resultados da a autopsia concluíam que Hess se tinha suicidado.{{sfn|Greenwald|Freeman|1987}}{{sfn|Nesbit|van Acker|2011|p=132}}{{sfn|''Bild''|2009}} Um relatório emitido em 2012, voltou a levantar dúvidas sobre se Hees realmente se tinha suicidado. O historiador Peter Padfield defendeu que a nota de suicídio encontrada no seu corpo aparentava ter sido escrita quando Hess tinha sido hospitalizado em 1969.{{sfn|Rojas|Wardrop|2012}}
 
Depois de a cidade de Wunsiedel se ter tornado local de peregrinação e de demonstrações neo-nazis por altura da morte de Hess, o conselho paroquial decidiu não prolongar o arrendamento do local da sepultura quando esta expirou em 2011.{{sfn|Dowling|2011}} Com o consentimento da família, a sepultura de Hess foi reaberta em 20 de Julho de 2011 e os eusseus restos mortais exumados, e cremados. As suas cinzas foram espalhadas no mar por familiares; a pedra tumular, com o epitáfio ''"Ich hab's gewagt"'' ("Ousei"), foi destruída.{{sfn|BBC News|2011}}
 
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