Diferenças entre edições de "Antônio Rodrigues Arzão"

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'''Antônio Rodrigues de Arzão''' (? — {{morte|lang=br|||1730|si}}) foi um [[sertanista]] [[bandeirantebrasileiro]] nascido em [[Taubaté]], filho do capitão [[Manuel Rodrigues Arzão]] (morto em [[1700]]) e de Maria Afonso ou Afonso de Azevedo,; bisneto paterno de [[Cornélio de Arzão]] e de Elvira Rodrigues; bisneto materno de [[João Peres Calhamares]] e de [[Margarida Fernandes]]. Teve dois tios igualmente importantes sertanistas.<ref name=Toledo>Toledo (1976)</ref>
 
Era o cabo de bandeira escravagista que teria, em [[1693]] (a data se ignora, especula-se que foi a partir de 1690) achado ouro na casa da Casca, assim chamada, não deu importância ao achado, pois nunca cogitou em pedir ao rei qualquer proveito. Sertanista dos antigos, penetrou o sertão à cata de esmeraldas, em demanda do Itaverava com mais ou menos 50 homens entre os quais se achava seu cunhado [[José Gonçalves de Carvalho]], casado com Catarina de Camargo, filha de [[Fernando Ortiz de Camargo o Moço]]. Assim chegou aos sertões da Casca ou distrito do Cuieté (ou Caeté, "mato bravo") a cinco léguas do rio Doce- e, guiado por uma índia, descobriu cascalhos de ouro - ou, dizem, teria achado no córrego onde lavavam os pratos.
Com referência à «''Casa da Casca''», citada por Arzão e companheiros, querem alguns autores que se localizava nas imediações do Cuité, enquanto outros apontam a região onde hoje se encontra a cidade de [[Abre Campo]], em Minas Gerais. Entretanto, o historiador [[Salomão de Vasconcelos]] diz que a localização exata da Casa da Casca é nas fraldas da Serra dos Arrepiados, em [[Araponga (Minas Gerais)|Araponga]].
 
Em [[30 de janeiro]] de [[1701]], D. [[Pedro II]] (de Portugal, não confundir com D. Pedro II do Brasil, que viveu no século seguinte)]] enviou-lhe uma Carta Régia de [[Salvaterra]] em que ordena que, se seu velho pai [[Manuel Rodrigues Arzão]] já estivesse falecido, ficasse ele encarregado da escolha da data mineral real e por conta da respectiva fazenda a mandasse lavrar. Mas Arzão não desempenhou a incumbência, desapareceu até [[1717]].
 
==A outra versão==
==Casamento e posteridade==
Era casado com Mariana de Camargo (morta em 1715) da importante família dos Camargos, filha de Joana Lopes e de [[Fernando Ortiz de Camargo o Moço]], portanto neta de [[Fernando de Camargo]], ''o Tigre''. Tiveram quatro filhos. Não há referências à vida deles.
 
==Referências==
<references />
 
==Bibliografia==
*{{citar livro |publicado=Taubateana |url=http://almanaquetaubate.com.br/hmt/xviii.html |titulo=História do Município de Taubaté |ultimo=Toledo |primeiro=Francisco de Paula |capitulo=XVIII Taubateanos Ilustres |data=1976 |edicao=2ª |numero=6 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20190211161700/http://almanaquetaubate.com.br/hmt/xviii.html |arquivodata=11 de fevereiro de 2019}}
 
{{Esboço-biografia}}
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