Diferenças entre edições de "História do Djibouti"

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Em [[1991]] o país é usado como base para operações bélicas pelas França, durante a primeira [[Guerra do Golfo]]. Nesse mesmo ano é criada a ''[[Frente pela Restauração da Unidade e da Democracia]]'' (FRUD), constituída por [[Rebelião|rebeldes]] [[Afar (povo)|afars]] com apoio da vizinha [[Etiópia]]. A FRUD lidera uma revolta armada e conquista o Norte do país, dando início a uma [[guerra civil]]. Em [[1994]] o movimento perde força e divide-se em duas facções; uma facção favorável à negociação com o [[governo]] e outra a fim de continuar a [[guerra civil]]. A facção moderada da FRUD assinou um acordo de paz com o governo e torna-se num [[partido político]], mas a facção [[guerrilha|guerrilheira]] prossegue a luta. Em 1997 a FRUD concorre às eleições [[parlamentarismo|parlamentares]] em aliança com a RPP, conquistando as sessenta e cinco cadeiras do [[parlamento]].
 
Aptidon renuncia ao cargo de presidente em [[19992004]], aos 8388 anos de idade, e o seu sobrinho e ministro-chefe de gabinete, [[Ismail Omar Guelleh]], é eleito seu sucessor. A facção [[guerrilha|guerrilheira]] da FRUD inicia negociações com o novo governo em fevereiro de [[2000]] com vista ao fim da guerra civil, assinando em [[12 de maio]] de [[2001]] um acordo de paz pondo fim a uma década de conflito armado. O [[general]] e chefe da [[polícia]] [[Yacin Yaben Galab]] é demitido do cargo e tenta um [[Golpe de estado]], mas é preso e condenado a quinze anos de prisão.
 
O presidente Guelleh foi re-eleito nas eleições presidenciais de [[2005]].
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