Diferenças entre edições de "História do Reino Unido"

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==== Brexit ====
O [[Partido Conservador (Reino Unido)|Partido Conservador]] venceu as [[Eleições gerais no Reino Unido em 2010|eleições gerais de 2010]], Gordon Brown deixou o cargo após 3 anos de governo e o líder da oposição [[David Cameron]] ([[2010]]-[[2016]]) do partido conservador assumiu e permaneceu no cargo até [[2016]], ele renunciou após o povo votar a favor da [[saída do Reino Unido da União Europeia]], ele fez uma extensa campanha contra a saída e após falhar ele renunciou após 6 anos de governo. Cameron é saudado por revitalizar e modernizar o Partido Conservador britânico e também por estabilizar a economia do país e controlar a dívida pública nacional, ao mesmo tempo ele também recebeu muitas críticas, de [[Esquerda e direita (política)|ambos os lados do espectro político]], que o acusavam de oportunismo político e [[elitismo]] social. Após a renúncia de Cameron, a [[Secretário de Estado para os Assuntos Internos|Ministra do Interior]] e parlamentar [[Theresa May]] ([[2016]]-[[2019]]) assumiu o cargo com a difícil tarefa de aprovar o acordo com a União Europeia para a saída do Reino Unido do bloco, com a popularidade ainda acima da média, ela convocou [[Eleições gerais no Reino Unido em 2017|eleições gerais antecipadas]] ainda para aquele ano, com o proposito de fortalecer a posição dela como líder e ter mais controle sobre as negociações com a [[União Europeia|UE]]. A aposta fracassou, com os Conservadores fazendo uma campanha caótica e perdendo treze assentos na Câmara dos Comuns (em contrapartida, os [[Partido Trabalhista (Reino Unido)|Trabalhistas]], de oposição, ganharam trinta assentos). O resultado foi um parlamento suspenso já que o Partido Conservador somou apenas 317 assentos dos 326 necessários para formar um governo de maioria. May teve que entrar em acordo com o [[Partido Unionista Democrático]] (ou DUP, na sigla em inglês) para formar um [[governo minoritário]] e se manter no poder. Desde então ela perdeu apoio de grande parte dos membros do seu próprio partido e recebeu um [[Moção de confiança|voto de não confiança]] dos parlamentares em dezembro de [[2018]] e outra moção em janeiro de [[2019]]. Ela seguiu em frente e apresentou uma proposta de acordo com a UE mas este acordo foi derrotado no Parlamento, em janeiro de 2019, e as negociações com Bruxelas continuaram. Um novo acordo, revisado, foi proposto para o Parlamento e foi novamente derrotado, por 391 votos a 242, enfraquecendo a posição de May. Em 24 de maio de 2019, anunciou sua renúncia como primeira-ministra devido a sucessivas derrotas no parlamento, sendo efetiva em 7 de junho do mesmo ano, mas deixou o cargo de primeira-ministra em 24 de julho de 2019, sendo sucedida pelo ex-prefeito de [[Londres]], [[Boris Johnson]] ([[2019]]-atual).
 
==Ver também==
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