Diferenças entre edições de "Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira"

 
== História ==
Em 1995 a [[Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro]] (PUC-Rio) começou o projeto pelo [[Departamento de Letras]], começou junto com a [[Livraria Francisco Alves Editora]] com suporte técnico de [[Informática e Engenharia de Sistemas]] (IES).
 
Em 1999, o projeto do Dicionário foi retomado pelo [[Ministério da Cultura]] através da [[Fundação Biblioteca Nacional]].
 
Em 2001 a [[Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro]] (FAPERJ) colaborou com o projeto.
 
Em 2002 a [[Brasil Telecom]] fez com que o projeto aparecesse no [[iBEST]].
 
Em 2006 fora lançada uma versão física do [[dicionário]] pela [[Editora Paracatu]], agora denominado “[[Dicionário Houaiss]] Ilustrado — Música Popular Brasileira”, contendo ao todo informações sobre {{formatnum:5322}} autores, intérpretes, grupos, agremiações, blocos e estilos musicais brasileiros, além da discografia de {{formatnum:1953}} músicos e grupos musicais.<ref>{{citar web |url=http://www.culturabaiana.com.br/dicionario-cravo-albin-da-musica-popular-brasileira-um-acervo-material-e-imaginario-de-proporcoes-gigantescas/ |titulo=Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira: um acervo material e imaginário de proporções gigantescas |data=3 de novembro de 2010 |acessodata=26 de janeiro de 2011 |autor=Rosilda Oliveira, para o site Cultura Baiana |arquivourl=https://web.archive.org/web/20130927201758/http://www.culturabaiana.com.br/dicionario-cravo-albin-da-musica-popular-brasileira-um-acervo-material-e-imaginario-de-proporcoes-gigantescas/ |arquivodata=2013-09-27 |urlmorta=yes }}</ref>
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