Diferenças entre edições de "São João Marcos"

 
'''Projeto do Parque:''' a equipe coordenada pelo Instituto Light e integrada por arqueólogos, museólogos, pesquisadores, produtores culturais, expositores, arquitetos, engenheiros, dentre outros profissionais, idealizou um espaço onde, de forma lúdica e didática, os visitantes pudessem associar as evidenciações arqueológicas com a história do lugar. Tudo isso, em meio a uma área preservada da Mata Atlântica.
 
- 2008: preparação de estudos básicos, execução de trabalhos arqueológicos iniciais e
 
obras de edificações de apoio e de acesso ao sítio.
 
- 2009 e 2010: aprofundamento dos trabalhos arqueológicos, início do reflorestamento piloto, construção do Centro de Visitação e execução dos elementos de museografia.
 
- 2011: início da operação do Parque e da gestão do Instituto Cultural Cidade Viva (ICCV), coordenada pelo Instituto Light.
 
O processo de criação do Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos bebeu em variadas fontes: dos parques arqueológicos tradicionais tirou a ideia de preservação de um sítio aberto à visitação; do conceito ampliado de museus de território veio a inspiração para um projeto subordinado à parâmetros de proteção, documentação, pesquisa e interpretação e também a ideia de preservar a sua diversidade biológica em um reserva particular de proteção natural. Já os ecomuseus inspiraram a preocupação com a participação da comunidade onde está inserido e a ênfase dada ao conjunto, e não a objetos específicos.
 
Patrocinado pela Light e pela Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro e gerido pelo Instituto Cultural Cidade Viva (ICCV), o Parque promoveu, desde a sua inauguração em 2011, mais de 40 eventos culturais. No mês do seu aniversário, contabilizou 50 mil visitantes, entre eles mais de 15 mil estudantes de escolas públicas, que visitaram o Parque dentro de um programa educativo estruturado.
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