Diferenças entre edições de "Furto"

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Não se pode falar em furto em outras espécies de animais que não o homem. O furto exige a consciência da [[propriedade]]. Apenas o homem é capaz de chegar a esse nível de abstração{{carece de fontes|data=abril de 2017}}, concebendo uma relação entre pessoa e o objeto que transcende o tempo e o espaço, criando uma titularidade que persiste mesmo quando cessa o contato imediato com a coisa. A [[etologia]] constata que a subtração de coisa, especialmente alimentos, não é exclusivamente humana, sendo este comportamento exibido por várias espécies de animais. Entretanto este comportamento tem pouca analogia com o furto, por não existir entre os animais uma possível compreensão da propriedade -- assim, uma criatura que se apropria de algo deixado por um animal, está apropriando-se de ''[[res derelicta]]''. [[Macacos]], [[ursos]] e vários outros animais podem tentar subtrair alimentos mediante agressão. Entre pássaros como [[gaivota]]s, [[Pardal|pardais]] é comum verificar a subtração de alimento em pleno voo desses pássaros -- estes comportamentos tampouco possuem analogia com o furto, assemelhando-se ao [[roubo]]. <!-- Observação: furto merece ser subdividido… existe a lei brasileira, a lei de Portugal e várias outras leis de várias nações sobre o assunto. O artigo sobre furto não deve privilegiar a ótica brasileira penal sobre um assunto que, em essência, refere-se à toda humanidade em sua abrangência. -->
 
{{Referências}}{{Portal3|Direito}}{{controle de autoridade}}
 
[[Categoria:Crimes]]