Diferenças entre edições de "Samuel Wainer"

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'''Samuel Wainer''', em [[Língua russa|russo]] ''Самуил Хаимович Вайнер'', nascido '''Samuel Haimovich Wainer''' ([[Edineţ (condado)|Edineț]], [[Bessarábia]], [[Império Russo]], {{nascimento|19|12|1910}} — [[São Paulo (cidade)|São Paulo]], {{morte|2|9|1980}}) foi um [[Jornalismo|jornalista]] e [[empresário]] [[russo-brasileiro]], fundador, editor-chefe e diretor do [[jornal]] ''[[Última Hora]]''. Foi casado com a modelo e jornalista [[Danuza Leão]] e teve três filhos: a artista plástica Débora "Pinky" Wainer, o cineasta Bruno Wainer e o jornalista [[Samuel Wainer Filho]].
 
== Biografia ==
jornal subversivo sempre preocuparam os democratas.<ref>{{citar periódico|ultimo = Requião|primeiro = Rubens|titulo = Rubens Requião revida editorial de jornal, ofensivo à revolução|jornal = Diário do Paraná|doi = |url = |acessadoem = |data = 23/04/1964|paginas = Primeiro caderno, página 3|local = Curitiba, PR}}</ref>''
 
Até o [[Golpe Militar de 1964]], Samuel Wainer havia conseguido estruturar um verdadeiro império jornalístico, com várias edições regionais do seu jornal. Foi o único diário a defender o governo de [[João Goulart]] em 1° de abril de 1964, nas primeiras horas após o [[golpe militar]] que o depôs.<ref name=ditesc>{{Citar livro |autor=[[Elio Gaspari|Gaspari, Elio]]|título=A Ditadura Escancarada |subtítulo= |língua= |formato= |edição= 2|local=Rio de Janeiro |editora= Editora Intrínseca|ano=2014 |página= |páginas=526 |isbn= 978-85-8057-408-1}}</ref> Teves suas sedes do Rio de Janeiro e do Recife invadidas e depredadas.<ref name=ditesc/> Samuel Wainer se exilou no [[Chile]] e lá recebeu proposta de compra do jornal de um grupo de empresários especializados em obras públicas.<ref name=ditesc/> Negociou a venda de seu jornal em [[Paris]], tendo vendido em [[1971]] para a [[Grupo Folha|Empresa Folha da Manhã S/A]] que também era dona do jornal [[Folha de S.Paulo]].<ref name=ditesc/> Wainer ainda voltou ao Brasil com a esperança de recuperar a Última Hora do Rio de Janeiro, tentou conquistar a confiança dos militares sem sucesso, até que o comandante do I Exército pediu que publicasse na primeira página um poema de resposta a canção ''Caminhando'' de [[Geraldo Vandré]].<ref name=ditesc/> Ele publicou o poema, mas decidiu vender o resto de sua participação aos empreiteiros que haviam comprado o [[Correio da Manhã (Brasil)|Correio da Manhã]].<ref name=ditesc/>
 
Em [[1975]], passou a residir em [[São Paulo (estado)|São Paulo]], trabalhando como jornalista assalariado da [[Folha de S.Paulo]], protegido por Frias até sua morte em [[1980]].
 
{{Controle de autoridade}}
 
{{Portal3|Biografias|Jornalismo|Moldávia|São Paulo|Brasil}}