Diferenças entre edições de "David du Plessis"

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Ele converteu-se para o [[cristianismo]] [[evangelicalismo|evangelical]] aos 16 anos, e recebeu o que o [[batismo no Espírito Santo]] com de 18 anos idade, acompanhado de falar em línguas. Ele foi ordenado em 1928 pela Missão da Fé Apostólica da África do Sul, e mudou-se para o Estados Unidos em 1949, onde trabalhou junto a [[General Council of the Assemblies of God in the United States of America|Assembleia de Deus]] até sua exclusão em 1962 por sua campanha de aproximação entre cristãos.
 
Originalmente evitando outros movimentos, ele se tornou um crente ativo no [[ecumenismo]], a partir de seus esforços em 1950 para compartilhar a experiência pentecostal com cristãos de denominações históricas, principalmente o [[Igreja Católica|catolicismo romano]]. Sua principal porta de entrada para o ecumenismo foi através de sua amizade com John McKay, então Presidente do [[Seminário de Princeton]], [[Nova Jersey]]. McKay convidou Du Plessis paraa aderir ao Concílio Missionário Internacional em Willingen, Alemanha Ocidental, em 1952. Lá, ele ganhou o apelido de "Sr. Pentecostes".
 
Ele foi um membro de apoio e "observador" pentecostal no [[Concílio Mundial de Igrejas]] em 1954 e 1961 respectivamente, e foi convidado paraa servir como representante pentecostal no [[Concílio do Vaticano II]].
 
Du Plessis intitulou sua autobiografia ''The Spirit Bade Me Go'', como ele acreditava que Deus o tinha ordenado para levar a mensagem pentecostal a outras denominações, e em particular ao [[Concílio Mundial de Igrejas]]. Recontando um encontro com 24 líderes ecumênicos em Connecticut, Du Plessis escreveu: