Diferenças entre edições de "Discussão:Anne van der Bijl"

concordo
(nova página: == Não confundir alcunha com a actividade == Não confunda alcunha (apelido) com a actividade. Lá por ter a alcunha de "contrabandista de Deus" não quer dizer que a actividad...)
 
(concordo)
 
Mas como já desconfio que não vai aceitar e que se eu mudar de novo, vai tornar a reverter, prefiro chamar colegas com larga actuação em debates de candidaturas de artigos a destacados. Olá {{ping|Maikê|DARIO SEVERI|HVL|Pedrassani|Érico}}, alguém tem um minuto para opinar aqui? Grato. [[Usuário(a):Rui Gabriel Correia|Rui Gabriel Correia]] ([[Usuário(a) Discussão:Rui Gabriel Correia|discussão]]) 17h11min de 22 de fevereiro de 2020 (UTC)
 
:{{Concordo}}. No meu tempo de trabalho em uma região de fronteira, aprendi que a legislação brasileira faz também uma distinção entre o delito de "descaminho" (creio que a punição é uma multa e por vezes a apreensão da mercadoria) e o de contrabando em que há possibilidade de pena de prisão, além da multa. Mas nos dois casos há alguma vantagem financeira: o descaminho é você passar a fronteira com uma ou mais mercadorias de uso pessoal com valor acima da cota pessoal permitida (atualmente US$500,00). Já contrabando é você passar com mercadorias cujo comércio é proibido ou com grandes quantidades que descaracterizam o uso pessoal. Assim, se nem mesmo a pessoa que passa a fronteira com um celular ou computador que comprou do outro lado economizando algumas centenas de dólares, é chamado de contrabandista, ou visto como tal pela lei local, parece-se exagerado usar tal palavra no caso em questão. Como Rui bem esclareceu é uma questão de tradução e temos que zelar pela clareza e precisão. "Contrabando", em português, tem uso bem mais restrito que "smuggle". [[Usuário:Pedrassani|Pedrassani]] ([[Usuário Discussão:Pedrassani|discussão]]) 19h11min de 22 de fevereiro de 2020 (UTC)
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