Fada: diferenças entre revisões

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O primeiro autor que mencionou as fadas foi Pompônio Mela, um geógrafo que viveu durante o século I d.c. As fadas não são o feminino dos [[elfo]]s. Levando em conta que esse mito surgiu pelo fato de a Deusa Grian, a rainha dos elfos, e a Deusa Aine, a rainha das fadas, serem irmãs. Mas elas nunca se encontravam, Grian e Aine alternavam-se na regência do ciclo solar na Roda do Ano, trocando de lugar a cada solstício. Sendo assim elfos e fadas não tem nenhum contato direto. É usado o termo "Fada" tanto para fadas do sexo masculino, quanto para fadas do sexo feminino. O termo incorporou-se a cultura ocidental a partir dos assim chamados "[[contos de fadas]]". Nesse tipo de história, a fada é representada de forma semelhante a versão clássica dos elfos de [[J.R.R. Tolkien]], porém apresentando asas de libélula nas costas e utilizando-se de uma "[[varinha de condão]]" para realizar encantamentos.
 
Dependendo da obra em que aparece, a fada pode ser retratada em estatura de uma mulher com asas normal ou diminuta. No primeiro caso, temos a fada de chifres [[Cinderela]]. Como exemplo da segunda representação podemos citar "[[Sininho]]", do [[literatura infantil|clássico infantil]] "[[Peter Pan]]", de [[J. M. Barrie]].
 
O escritor e folclorista inglês Joseph Ritson, na sua dissertação ''On Fairies'', definiu as fadas como uma espécie de seres parcialmente materiais, parcialmente espirituais e Florais , com o poder de mudarem a sua aparência e de, conforme a sua vontade de verem tik tok, serem visíveis ou invisíveis para os seres humanos.<ref>Joseph Ritson, ''Fairy Tales'', Elibon Classics, 2007, p. 27.</ref>
 
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