Diferenças entre edições de "Câmara dos Representantes dos Estados Unidos"

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(Em 2019, a Câmara dos Representantes aprovou o impeachment de Donald Trump por suspeitas de usar o cargo em benefício próprio e prejudicar o ex-vicepresidente Joe Biden que aparece como seu principal adversário para as eleições de 2020. Mas o senado absolveu Trump por entender que não existia provas suficientes para o incriminar.)
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A Constituição americana dá à Câmara dos Representantes o poder de iniciar [[impeachment|o processo de impeachment]] de qualquer funcionário da administração federal americana, incluído o próprio Presidente americano, por "traição, corrupção, ou outros crimes e desvios de conduta". Depois, esses funcionários são julgados no Senado. Após o julgamento no Senado, ambas as Câmaras do Congresso votam contra ou a favor do impeachment. É necessário a aprovação de 51% dos membros representantes e a aprovação de 67% dos senadores para que este processo de impeachment seja bem-sucedido. Quando o processo é aprovado em ambas as câmaras, o funcionário em questão é automaticamente removido de seu cargo. Além disso, o Senado possui o poder de banir temporária ou permanentemente um dado funcionário de voltar a trabalhar no cargo ou mesmo no governo americano em geral. Após o término de um processo de impeachment, nenhuma penalização pode ser adicionada contra o funcionário removido do cargo, embora este ainda possa ser acionado judicialmente por possíveis crimes que tenha cometido.
 
Ao longo da história dos Estados Unidos, a Câmara dos Representantes realizou o impeachment de 16 membros do Governo Federal, dos quais sete foram removidos do cargo – e um oitavo renunciou antes que o Senado pudesse finalizar o processo de impeachment. A Câmara dos Representantes aprovou o impeachment de três Presidentes americanos – [[Andrew Johnson]] em [[Impeachment de Andrew Johnson|1868]], [[Bill Clinton]] em [[Impeachment de Bill Clinton|1999]] e [[Donald Trump]] em [[Impeachment de Donald Trump|2019]]. Em todos os casos, o Senado americano rechaçou o processo de impeachment (no caso de Andrew Johnson, por apenas um voto).
 
Segundo a décima segunda emenda da Constituição americana, a Câmara dos Representantes possui o poder de eleger o presidente americano caso nenhum candidato a Presidente tenha recebido uma maioria de votos no [[Colégio eleitoral dos Estados Unidos]]. A décima segunda emenda dá à Câmara dos Representantes o poder de escolher o Presidente americano, dentre os três candidatos com os maiores números de votos eleitorais. A Constituição americana diz que os votos devem ser tomados por estado, e que cada estado possui direito a um único voto. Eleições que terminam com a ausência de uma maioridade de votos são extremamente raros – foram registrados apenas dois casos deste tipo ao longo da história dos Estados Unidos. Em 1800, a Câmara dos Representantes elegeu [[Thomas Jefferson]] (o outro candidato era [[Aaron Burr]]), e em [[1824]], elegeu [[John Q. Adams]] (seus concorrentes eram [[Andrew Jackson]] e [[William H. Crawford]]. O poder de escolher o vice-presidente, no caso de uma ausência de uma maioria na eleição para Vice-Presidente, é do Senado.
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