Flávio Cavalcanti: diferenças entre revisões

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| nome_completo = Flávio Antônio Barbosa Nogueira Cavalcanti
| data_nascimento = {{nowrap|{{dni|15|01|1923|si}}}}
| local_nascimento = [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], [[Distrito Federal do Brasil (1891-19601891–1960)|DF]], [[Brasil]] <!-- NÃO ALTERAR: entre 24/02/1891 e 21/04/1960, o Rio de Janeiro foi a capital federal e se situava no Distrito Federal. Brasília sedia o DF desde 21/04/1960 -->
| data_morte = {{nowrap|{{morte|26|05|1986|15|01|1923}}}}
| local_morte = [[São Paulo (cidade)|São Paulo]], [[São Paulo (estado)|SP]], Brasil
| período_atividade = [[1945]]-[[1986]]
}}
'''Flávio Antônio Barbosa Nogueira Cavalcanti''' ([[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], [[15 de janeiro]] de [[1923]] — [[São Paulo (cidade)|São Paulo]], [[26 de maio]] de [[1986]]) foi um [[jornalista]], [[repórter]], [[apresentador]] de [[rádio]] e [[televisão]] e [[compositor]] [[brasil]]eiro. Um dos mais famosos comunicadores brasileiros, fez [[sucesso]] no comando de alguns programas de rádio e televisão nas décadas de 1960 e 1970, como o ''Programa Flávio Cavalcanti'', ''Um instante, maestro!'' e ''A Grande Chance''.
 
== Biografia ==
Seu estilo era contundente. Letras medíocres e [[música]]s fracas iam para o lixo. Literalmente, quebrava os discos e jogava fora. Ele criou gestos marcantes, como a mão direita estendida para o alto e a [[frase]]: ''"Nossos comerciais, por favor!"''<ref>{{citar web|URL=http://radios.ebc.com.br/todas-vozes/edicao/2014-08/flavio-cavalcanti-declaracao-belinha-de-amor-do-homem-que-quebrava-discos|título=Flávio Cavalcanti, o homem que quebrava discos, faz declaração de amor|autor=LEITE, Marcos|data=5 de agosto de 2014|publicado=Rádio MEC AM - Rio de Janeiro (EBC Rádios)|acessodata=19 de maio de 2015}}</ref>, ao pedir o intervalo. O “tira-bota” dos [[visão|óculos]] também foi marcante. Em [[1973]], teve seu programa na Rede Tupi suspenso por 60 [[dia]]s pela Censura Federal, após apresentar a história de um [[homem]] inválido que teria "emprestado" a [[mulher]] ao [[vizinho]]<ref name="Telinha">{{citar web|URL=http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/televisao/ditadura-tirou-flavio-cavalcanti-do-ar-por-fazer-sensacionalismo-4622|título=Ditadura tirou Flávio Cavalcanti do ar por fazer sensacionalismo |autor=CASTRO, Thell de|data=31 de agosto de 2014|publicado=Na Telinha|acessodata=19 de maio de 2015}}</ref>, [[fato]] que culminou uma história de problemas anteriores com o conteúdo do programa.
 
Flávio ficou na Tupi até o fechamento da emissora, em [[1980]], e, a partir de [[1976]], seu programa passa a ser transmitido também pela TVS, de [[Silvio Santos]], para o [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]]. Em [[1982]], foi para a [[Rede Bandeirantes]] apresentar o programa ''Boa Noite, Brasil''. De [[1983]] a [[1986]], fez no [[SBT]] o ''Programa Flávio Cavalcanti''. Por seus programas passaram nomes consagrados, como: [[Oswaldo Sargentelli]], [[Marisa Urban]], [[Erlon Chaves]], [[Márcia de Windsor]], entre outros. Inteligente, brilhante, inquieto, como bem mostra sua biografia, o carioca Flávio Cavalcanti, porém, teve uma vida familiar tranquila. Casou-se com dona Belinha e teve [[três]] [[filho]]s, sendo o filho que levava seu nome, Flávio Jr., um [[executivo]] de telecomunicações.
=== [[Morte]] ===
No dia [[22 de maio]] de 1986, Flávio Cavalcanti fez uma rápida [[entrevista]] em seu programa e jogou o [[dedo indicador]] para o alto: ''"Nossos comerciais, por favor!"'' Após o intervalo, quem estava lá já não era ele, e sim [[Wagner Montes]], anunciando que Flávio voltaria no próximo programa, o que não ocorreu. Flávio tinha sofrido uma isquemia miocárdica aguda durante a apresentação do programa. Levado para o [[hospital]], ele morreria [[quatro]] dias depois<ref>{{Citar periódico|ultimo=TV|primeiro=Notícias da|data=2016-10-26|titulo='Flavio Cavalcante morreu ao vivo', diz Geraldo Luis ao recusar programa|jornal=Notícias da TV|url=http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/televisao/flavio-cavalcante-morreu-ao-vivo-diz-geraldo-luis-ao-recusar-programab--12998|idioma=pt-BR}}</ref>. No dia da sua morte, o SBT ficou fora do ar o dia inteiro em sinal de [[luto]]<ref>{{Citar web|url=http://www.sbtpedia.com.br/2013/05/o-dia-na-historia-26051986-morre.html|titulo=O Dia na História (26/05/1986): Morre apresentador do SBT e Silvio Santos tira emissora do ar em respeito|acessodata=2016-10-26|obra=www.sbtpedia.com.br}}</ref>, apenas rodando um ''slide'' com os dizeres: ''"Estamos tristes com a morte do nosso colega Flávio Cavalcanti, que será sepultado hoje, em [[Petrópolis]], às 16 [[hora]]s, quando então voltaremos com a programação normal."'' A emissora voltou ao ar após as 16h, quando o corpo do apresentador foi sepultado.
Utilizador anónimo