Diferenças entre edições de "Véu da ignorância"

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== História ==
O conceito do véu da ignorância tem sido usado por outros nomes há séculos por filósofos como John Stuart Mill e Immanuel Kant, cujo trabalho discutiu o conceito do contrato social, [[Adam Smith]], com seu "espectador imparcial", ou a teoria ideal do observador. . John Harsanyi ajudou a formalizar o conceito em economia<ref>{{cite journal |first=J. C. |last=Harsanyi |title=Cardinal Utility in Welfare Economics and in the Theory of Risk-taking |journal=[[Journal of Political Economy|J. Polit. Economy]] |volume=61 |year=1953 |issue=5 |pages=434–435 |jstor=1827289 }}</ref><ref>{{cite journal |first=J. C. |last=Harsanyi |title=Cardinal Welfare, Individualistic Ethics, and Interpersonal Comparisons of Utility |journal=J. Polit. Economy |volume=63 |issue=4 |year=1955 |pages=309–21 |jstor=1827128 }}</ref> e argumentou que ele fornece um argumento a favor do utilitarismo, em vez de um argumento para um contrato social.<ref name="SEP">{{cite web|last1=Freeman|first1=Samuel|title=Original Position|url=https://plato.stanford.edu/entries/original-position/|website=The Stanford Encyclopedia of Philosophy|publisher=Metaphysics Research Lab, Stanford University|accessdate=13 September 2017|date=2016}}</ref> O uso do termo por John Rawls foi desenvolvido em seu livro de 1971, '''A Theory of Justice'''.<ref>{{cite book |first=John |last=Rawls |title=A Theory of Justice |url=https://archive.org/details/theoryofjustice00rawlrich |url-access=registration |location=Cambridge, Massachusetts |publisher=[[Belknap Press]] |year=1971 |isbn=0-674-00078-1 }}</ref><ref>{{cite book |first=John |last=Rawls |title=[[Justice as Fairness: A Restatement]] |location=Cambridge, Massachusetts |publisher=Belknap Press |year=2001 |isbn= }}</ref> O trabalho moderno tende a se concentrar nas diferentes teorias de decisão que podem descrever a escolha do tomador de decisões "por trás do véu".<ref>{{cite journal |first=Ph. |last=Mongin |title=The Impartial Observer Theorem of Social Ethics |journal=Economics and Philosophy |volume=17 |year=2001 |pages=147-179}}</ref><ref>{{cite journal |first=Th. |last=Gajdos |first2=F. |last2=Kandil |title=The Ignorant Observer |journal=[[Social Choice and Welfare]] |volume=31 |year=2008 |pages=193-232}}</ref> Além disso, Michael Moehler mostrou que, do ponto de vista moral, a teoria da decisão não é necessariamente central para o véu dos argumentos da ignorância, mas os ideais morais precisos que são assumidos para modelar o véu. Do ponto de vista moral, não há um véu de ignorância, mas muitas versões diferentes dele.<ref>Moehler, Michael (2018), ''[https://global.oup.com/academic/product/minimal-morality-9780198785927 Minimal Morality: A Multilevel Social Contract Theory]''. Oxford University Press.</ref> Existe na economia uma idealização do que seria uma sociedade interessada na liberdade e na reciprocidade, minimizando a máxima perda.<ref>John Rawls, ''A Theory of Justice,'' Cambridge, Massachusetts: [[Belknap Press]], 1971. {{ISBN|0-674-00078-1}}</ref><ref>John Rawls, ''[[Justice as Fairness: A Restatement]],'' Cambridge, Massachusetts: Belknap Press, 2001.</ref><ref>Harsanyi, J. (1953) "Cardinal Utility in Welfare Economics and in the Theory of Risk-Taking", ''Journal of Political Economy'' 61(5): 434–35</ref> O conceito é muito usado na medicina discriminatória.<ref>''[[How to Make Good Decisions and Be Right All the Time|How to Make Good Decisions and Be Right All the Time: Solving the Riddle of Right and Wrong]]'', ed 2008, pp. 77–78</ref><ref name="Cipriani">{{cite journal | last1 = Cipriani | first1 = Enrico| year = 2015| title = A modal account of the initial position| journal = Austrian Journal of Humanities and Social Sciences| volume = 9-10| pages = 55-8}}</ref>
 
== Ver também ==
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