Diego, Príncipe das Astúrias: diferenças entre revisões

39 bytes adicionados ,  23h19min de 22 de abril de 2020
Etiquetas: Edição via dispositivo móvel Edição feita através do sítio móvel
Ele foi formalmente investido como [[príncipe das Astúrias]] em 1 de março de 1580 pelos tribunais de [[Madrid]].<ref>[[Friedrich Christoph Schlosser]], [[Georg Ludwig Kriegk]]: ''World History for the German people'', Vol. 13, Varrentrapp, 1852, p. 202.</ref> O poeta Cristóbal de Virués dedicou um soneto ao novo príncipe, onde propôs que Diego seguisse os passos de seu pai.<ref>Freiherr von Münch: ''Book for Latin and English literature'', Ferd. Dümmler, 1860, p.159.</ref>
 
Em 1580, seu pai também se tornou [[Portugal|rei de Portugal]], tornando Diego herdeiro aparente desse reino também. Sua mãe, [[Ana de Áustria, Rainha de Espanha|Ana]], morreu durante uma viagem ao seu novo reino. Diego e seus irmãos permaneceram em Madrid sob os cuidados de meia-irmãs, [[Isabel Clara Eugênia da Espanha|Isabel Clara Eugênia]] e [[Catarina Micaela da Espanha|Catarina Micaela]]. As cartas de Filipe II deixam claro que ele estava extremamente orgulhoso de Diego: ele escreveu que seu filho já havia aprendido o alfabeto e dançava aos cinco anos de idade. Em uma carta de 1582, o rei escreveu ao vice-rei indiano [[Francisco de Mascarenhas]] ordenando que ele trouxesse um elefante ao príncipe das Astúrias como presente. Filipe II ensinou ao filho a língua portuguesa para que um dia Diego pudesse falar como rei com seus súditos portugueses. Além disso, Filipe II planejava desposar Diego de uma das filhas de [[João I, Duque de Bragança|João, duque de Bragança]] e [[Catarina de Portugal, Duquesa de Bragança|Catarina de Portugal]].
 
== Morte ==
Utilizador anónimo