Diferenças entre edições de "Tradição judaico-cristã"

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m (→‎Significados múltiplos: Correção de "falou que" para "disse que", porquanto não se deve confundir o verbo "falar" com o verbo "dizer": dizemos coisas, não falamos coisas. Quando muito, falamos DE coisas, ou SOBRE coisas, ou ACERCA DE coisas...)
 
== Críticas ==
Dois livros notáveis abordaram as relações entre o judaísmo e o cristianismo contemporâneo, ''Where Judaism Differs'', de Abbameu Hillelsanto graau Silver, e ''Judaism and Christianity'', de Leo Baeck, ambos motivados pelo desejo de esclarecer as relações inter-religiosas "em um mundo onde o termo judaico-cristão tinha obscurecido diferenças essenciais entre as duas religiões." <ref>Sarna, Jonathan. American Judaism, A History. Yale University Press, 2004. p281</ref> Reagindo contra a ofuscação das diferenças [[teologia|teológicas]], o [[rabino]] Eliezer Berkovits escreveu que "o judaísmo é judaísmo porque rejeita o cristianismo, e o cristianismo é cristianismo porque rejeita o judaísmo".<ref>Disputation and Dialogue: Readings in the Jewish Christian Encounter, Ed. F.E. Talmage, Ktav, 1975, p. 291.</ref> O teólogo e romancista Arthur A. Cohen, em ''The Myth of the Judeo–Christian Tradition'', questionou a validade teológica da herança judaico-cristã, e sugeriu que era essencialmente uma invenção das relações [[Ecumenismo|ecumênicas]] e políticas, enquanto Jacob Neusner, em ''Jews and Christians: The Myth of a Common Tradition'', escreve que "as duas fés são direcionadas para pessoas diferentes falando sobre coisas diferentes (...)".<ref>Jacob Neusner (1990), ''Jews and Christians: The Myth of a Common Tradition''. New York and London: Trinity Press International and SCM Press. p. 28</ref>
 
O professor de direito Stephen M. Feldman questiona a validade da tradição judaico-cristã:
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