Romário: diferenças entre revisões

83 bytes removidos ,  20h07min de 9 de maio de 2020
trecho sem fonte
(organização do texto, eliminação de trecho sem fonte e transferência do cabeçalho "1000 gols")
(trecho sem fonte)
Segundo pesquisa da ''Revista Placar'', Romário é o jogador com maior número de gols em jogos oficiais da história do futebol, superando o próprio Pelé. Isto se deve ao fato de Pelé ter feito muitos gols nas excursões do Santos mundo afora pelos anos 1960, além do número muito menor de jogos oficiais no calendário futebolístico da época.<ref name="placar1305" /> A mesma publicação, todavia, questionou a marca do milésimo gol; quando o ''Baixinho'' somava, de acordo com as próprias contas, 955 gols, a ''Placar'' mostrou um levantamento questionando a validade de 101 deles — dentre os quais, partidas pelos juvenis do Olaria e do Vasco, jogos festivos que contaram com jogadores aposentados ou não profissionais e até em partidas pelo PSV Eindhoven não registradas pelo próprio clube.<ref name="placar1292" /> De acordo com a revista, uma contagem mais séria ainda o deixava, naquele momento, com 854.<ref name="placar1292" /> Para o jornalista Severino Filho, autor do livro ''Fried versus Pelé'', "''Em jogos de competição, o Pelé marcou 720 gols, enquanto o Romário fica próximo dos 700''".<ref>[http://mundoestranho.abril.com.br/materia/afinal-quantos-gols-o-romario-ja-fez-de-verdade mundoestranho.abril.com.br/] ''Afinal, quantos gols o Romário já fez de verdade?''</ref>
 
A polêmica em torno do milésimo prosseguiria com o ''Projeto Romário 1000 Gols'', pelo qual o Vasco transformara jogos-treino em amistosos, gerando crítica de setores da imprensa e de ex-jogadores; Roberto Dinamite, [[Cláudio Adalberto Adão|Cláudio Adão]] e [[Dario José dos Santos|Dario]] mostraram-se contra as medidas do Vasco, afirmando que também teriam feito mais de mil gols se seus jogos-treinos e partidas de categorias infantis também fossem contabilizadas.<ref name="placar1291" /> Romário retrucou: ''"[[Pelé]] já marcou gol contra o Exército, bateu pênalti de terno e gravata quando [[Wembley]] foi demolido e valeu. Por que não posso contar meus gols contra times de segunda e terceira divisão?"''.<ref name="placar1291" /> A FIFA, entidade máxima do futebol, reconhece o milésimo gol de Romário.
 
Oficialmente, oO suposto milésimo gol da carreira de Romário aconteceuteria acontecido no dia 20 de maio de 2007. O gol foi marcado em um jogo do Vasco, sob comando do técnico [[Celso Roth]], contra o Sport, em São Januário. O jogo foi válido pela 2ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2007. O gol foi de pênalti: após o cruzamento de [[Thiago Maciel]], o zagueiro [[Severino dos Ramos Durval da Silva|Durval]] cortou a bola com a mão e o árbitro Giuliano Bozzano assinalou a penalidade máxima. [[Alessandro Beti Rosa|Magrão]] sofreu o gol. Romário foi homenageado pelo Vasco após o milésimo com a inauguração de sua estátua em São Januário atrás das balizas onde o milésimo foi marcado, além da imortalização de sua camisa 11 no clube. O ''Globoesporte'' também teria achado 3 gols que Romário não havia contabilizado, o que o faria ter 1005 gols.
 
Romário voltou a campo no último domingo de junho de 2008. O ex-atacante participou de um jogo festivo nas [[Ilhas Cayman]] pela ''Seleção do Resto do Mundo'', contra a seleção local. A partida foi para celebrar o encerramento da carreira do melhor jogador das Ilhas, Lee Ramoon, que jogou 25 anos pela seleção do país. Romário, aos 27 minutos da etapa final, cobrando pênalti sofrido pelo jamaicano Kevin "Pelé" Wilson, fez 2 a 1 para os visitantes, contabilizando 1003 gols. A ''[[Rede Globo]]'' também achou em 2007 três gols que não foram contados na carreira do baixinho: um pela seleção do tetra de 1994 (um amistoso no qual reuniu craques do torneio, como Bebeto) e outros dois de jogos que o Vasco da Gama havia feito ainda antes de Romário ir para a Europa, nos anos 1980. Logo, se forem contados esses três gols, a sua conta chega a ''1006''. Já para a ''Placar'', os gols válidos da carreira de Romário seriam 925.<ref>"Novas fora: o sumiço do artilheiro", Marcos Sérgio Silva, ''Placar'' número 1352, março de 2011, Editora Abril, págs. 54-61</ref>