Leigo (cristianismo): diferenças entre revisões

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Antigamente relegado para um papel secundário pela hierarquia eclesiástica, os leigos hoje tornaram-se cada vez mais importantes e influentes no seio da vida eclesial porque, desde do [[Concílio do Vaticano II]] ([[1962]]-[[1965]]), eles gozam de igualdade em relação ao clero, em termos de [[dignidade]], mas não de funções <ref>Ver o capítulo 4 da Constituição dogmática ''[[Lumen Gentium]]'', do [[Concílio do Vaticano II]].</ref><ref>''CCIC'', n. 177</ref>. Desde então, os leigos tornaram-se, como por exemplo, mais activos e dinâmicos na administração das igrejas, na angariação de fundos, na organização e participação de expressões de [[culto]] (sendo, como por exemplo, [[acólito]]s, [[leitor]]es ou membros da cantoria) e de outras actividades [[paróquia|paroquiais]] ou [[diocese|diocesanas]], na [[catequese]], no [[apostolado]], na [[evangelização]], na [[solidariedade social]], entre outras áreas.
 
Atualmente, os leigos podem ser divididos em dois grupos: o dos [[católicoCatólico não- praticante|católicos não- praticantes]], que tende ser cada vez maior nos países europeus e americanos; e o dos católicos praticantes. Mas esta classificação não está oficializada pela Igreja Católica.
 
Dentro do grupo dos leigos, existem também aqueles que, não sendo ordenados, são [[vida consagrada|membros consagrados]], que normalmente agrupam-se em [[institutos seculares]] ou até em [[ordens religiosas]](Ex. As comunidades católicas como Shalom.). Porém, na linguagem corrente e prática, este grupo de consagrados é excluído dos leigos.
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