Diferenças entre edições de "Miguel I de Portugal"

Como resultado desta polémica, para os liberais D. Miguel passou à história como ''o Absolutista'' ou ''o Usurpador'' (por alegadamente ter arrebatado o trono que seria da sua sobrinha), enquanto os miguelistas lhe atribuem o cognome de ''o Tradicionalista'' (por ter sido [[Aclamação do Rei de Portugal|aclamado em Cortes]], ainda que forçadas pelos acontecimentos, no respeito da tradição legal portuguesa).
 
Antes de ascender ao trono ― uma vez que o primeiro filho de D. João VI, o Infante [[Francisco António, Príncipe da Beira|D. Francisco António, Príncipe da Beira]] falecera na infância ― D. Miguel foi [[Prior do Crato]]<ref>{{citar livro|url=https://www.chiadoeditora.com/livraria/a-cruz-da-ordem-de-malta-nos-brasoes-autarquicos-portugueses|título=A Cruz da Ordem de Malta nos Brasões Autárquicos Portugueses|ultimo=PINHO|primeiro=António Brandão de|editora=Chiado Editora|ano=2017|local=Lisboa|páginas=426|acessodata=28-08-2017}}</ref> e usou os títulos destinados aos secundogénitos de [[Casa do Infantado|Senhor do Infantado]] e [[Duque de Beja]]. Na sequência da insurreição de [[Vilafrancada]], foi ainda feito senhor de [[Samora Correia]] pelo seu pai. Após o período do seu reinado efectivo, já no exílio, foi pretendente ao título de [[Duque de Bragança]], com os demais subsidiários ([[Marquês de Vila Viçosa]], [[Conde de Arraiolos]], [[Conde de Barcelos|de Barcelos]], [[Conde de Neiva|de Neiva]] e [[Conde de Ourém|de Ourém]]).
 
=== Ideologia ===
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