Diferenças entre edições de "Cláudia de Valois"

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A relação entre Cláudia e Carlos III foi descrita como feliz. Cláudia era a favorita de sua mãe, que ocasionalmente a visitava em Lorena, visitas descritas como raras ocasiões de reuniões familiares particulares na vida de [[Catarina de Médici]], que gostava de ver seus netos por Cláudia e também gostava muitíssimo de seu genro Carlos. Catarina de Médici esteve, por exemplo, presente em [[Bar-le-Duc]] para o batismo do primogênito de Cláudia, [[Henrique II da Lorena|Henrique]].
 
Cláudia participou do casamento entre [[Henrique IV de França|Henrique de Navarra]] e sua irmã [[Margarida de Valois]], em [[Paris]], em [[agosto]] de [[1572]]. No caminho para lá, ela estavaesteve doente e foi cuidada por sua mãe em [[Châlons-en-Champagne|Châlons]], razão pela qual Catarina de Médici esteve ausente. A corte real durante o ataque fronteiriço de Jean de Genlis perto da [[Países Baixos Espanhóis|Holanda espanhola]] em [[julho]], que foi usada pelo almirante [[Gaspar II de Coligny|Coligny]] para tentar convencer [[Carlos IX de França|Carlos IX]] a declarar guerra à Espanha.
 
Na noite do [[Massacre da noite de São Bartolomeu|massacre]], Cláudia foi evidentemente informado de que seria realizado um massacre contra o noivo de sua irmã e seus seguidores, e Margarida de Valois descreveu como Cláudia tinha lágrimas nos olhos e tentou impedi-la de sair do quarto da mãe. Quando Margarida estava prestes a se retirar para o quarto de seu marido, Cláudia pegou o braço de Margarida e implorou para que ela não fosse embora: ela foi contrariada por sua mãe, que advertiu Cláudia a não contar nada a Margarida. Cláudia disse à mãe que não era correto enviar Margarida para ser "sacrificada", pois ela correria o risco de se tornar um alvo, mas Catarina de Médici respondeu a Cláudia que Margarida estaria segura se Deus o desejasse, que suscitaria suspeitas se ela não foi e depois pediu a Margarida para sair, onde Cláudia chorou.
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