Diferenças entre edições de "Individualismo"

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Removi parte do texto que nada tem a ver com o conceito "individualismo". Esta parte é, na verdade, uma crítica ao individualismo baseada na teoria de Vygotsky que diz que o sujeito é constituído pelo meio social (outros indivíduos), então, na verdade, ele não é um indivíduo. Argumento que distorce a ideia de o que é um indivíduo, e deveria, no máximo, estar em uma aba "Críticas ao Individualismo".
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(Removi parte do texto que nada tem a ver com o conceito "individualismo". Esta parte é, na verdade, uma crítica ao individualismo baseada na teoria de Vygotsky que diz que o sujeito é constituído pelo meio social (outros indivíduos), então, na verdade, ele não é um indivíduo. Argumento que distorce a ideia de o que é um indivíduo, e deveria, no máximo, estar em uma aba "Críticas ao Individualismo".)
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O Homem do renascimento passou a apoiar a competição e a desenvolver uma crença baseada em que o homem poderia tudo, desde que tivesse vontade, talento e capacidade de ação individual.
 
O individualismo, em princípio, opõe-se a toda forma de [[autoridade]] ou controle coercitivo sobre os indivíduos e coloca-se em total oposição ao [[coletivismo]], no que concerne à [[propriedade privada|propriedade]]. O individualista pode permanecer dentro da sociedade e de organizações que tenham o indivíduo como valor básico - embora as organizações e as sociedades, contraditoriamente, carreguem outros valores, não necessariamente individualistas, o que cria um estado de permanente tensão entre o indivíduo e essas instâncias de vida social.
 
Segundo [[Sartre]], mesmo dentro do maior constrangimento - político, econômico, educacional ou outro -, existe um espaço, maior ou menor, para o exercício da liberdade individual, o que faz com que as pessoas possam se distinguir uma das outras, através das suas escolhas.
O exercício da liberdade individual implica escolhas, que, nas sociedades contemporâneas, frequentemente estão associadas a um determinado projeto. Indivíduos desenvolvem seus projetos dentro de um campo de possibilidades e dado um certo repertório sociocultural - que inclui [[ideologia]]s, visões de mundo e experiências de [[classe social|classe]], grupos, ''[[ethos]],'' dimensões nas quais o indivíduo se insere.
 
<br />
Nas sociedades contemporâneas, uma vez que o indivíduo se constitui na relação com o outro e em função de várias experiências e [[papel|papéis]] sociais, participando de vários mundos, a sua [[personalidade]] não é um monólito: o indivíduo não é ''um'' mas ''muitos'', em função de suas circunstâncias. Uma primeira dificuldade do individualismo seria, portanto, a de definir o indivíduo, destacando-o da esfera do coletivo - que, de certa forma, o constitui e lhe dá sentido.<ref>[http://www.cpdoc.fgv.br/revista/arq/316.pdf Gilberto Velho. Entrevista. CPDOC-FGV.]</ref>
 
== História ==