Diferenças entre edições de "Dissonância cognitiva"

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(citação)
 
existem quatro paradigmas teóricos sobre a dissonância cognitiva, sobre o estresse mental sofrido por pessoas expostas á informações inconsistentes a crenças individuais, ideais ou valores: A refutação da crença, conformidade induzida, livre escolha e justificação de esforço, explicando respectivamente: O que acontece depois de uma pessoa agir de maneira inconsistente em relação ao seus ou suas perspectivas intelectuais anteriores; o que acontece depois que uma pessoa toma decisões; e quais são os efeitos sobre uma pessoa que gastou muito esforço para alcançar um objetivo. Comum a cada paradigma da dissonância cognitiva é o principio: Pessoas investem em uma determinada perspectiva quando são confrontadas para justificar a retenção de uma perspectiva desafiadora.<ref>{{citar livro|título="A Cognitive Dissonance Theory Perspective on Persuasion"|ultimo=Harmon-Jones|primeiro=Eddie|editora=Sage Publications|ano=2002|local=Thousand Oaks, California|página=101|páginas=}}</ref>
 
== Consequências avessas x inconsistências ==
Durante a década de 1980, Cooper e Fazio argumentaram que a dissonância era causada por consequências aversivas, em vez de inconsistência. De acordo com essa interpretação, a crença de que mentir é errado e prejudicial, não a inconsistência entre cognições, é o que faz as pessoas se sentirem mal. Pesquisas subsequentes, no entanto, descobriram que as pessoas experimentam dissonância mesmo quando sentem que não fizeram nada de errado. Por exemplo, Harmon-Jones e colegas mostraram que as pessoas experimentam dissonância mesmo quando as consequências de suas declarações são benéficas — como quando convencem os alunos sexualmente ativos a usar preservativos, quando eles mesmos não estão usando preservativos.
 
== Ver também ==
* [[Dissonância pós-decisão]]
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