Diferenças entre edições de "Ciro I"

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Assurbanípal morreu em [[627 a.C.]]. Ciro presumivelmente continuou a pagar tributo a seus filhos e sucessores [[Assuretililani]] ([[627 a.C.]] - [[623 a.C.]]) e [[Sinsariscum]] (623 a.C. - [[612 a.C.]]). Ambos se opuseram devido a uma aliança liderada por [[Ciáxares]] dos [[Medos]] ([[633 a.C.]] - [[584 a.C.]]) e [[Nabopolasar]] da [[Império Neobabilônico|Babilónia]] ([[626 a.C.]] - [[605 a.C.]]). Em [[612 a.C.]] os dois tentaram capturar a capital assíria [[Nínive]]. Isto representou de fato o fim do [[Império Assírio]] embora os remanescentes do exército Assírio, sob o comando de [[Assurubalite II]] ([[612 a.C.]] -[[609 a.C.]]) tenham continuado a resistir a partir de [[Harã]].
 
A [[Média]] e a Babilônia logo dividiram as terras previamente controladas pelos Assírios. Ansã aparentemente caiu sob o controle dos medos. Considera-se que Ciro terminou os seus dias como vassalo tanto de [[Ciáxares]] ou seu filho [[AstiagesAstíages]] ([[584 a.C.]] - [[550 a.C.]]). Ciro foi sucedido por seu filho, [[Cambises I]]. O seu neto viria a ser conhecido como [[Ciro, o Grande]], fundador do [[Império Aquemênida]].
 
Note-se que este cômputo de sua vida e reinado pode colocar as suas primeiras atividades mais de um século antes das do seu neto. Isso colocaria a sua paternidade de [[Cambises II]] em idade muito avançada. É questionado que Curas e Ciro sejam figuras distintas, de relação incerta entre si. O último pode então ter reinado no início do século VI a.C. e o seu reinado não ter sido marcado por eventos. Devido à atual falta de registros suficientes para este período histórico, permanece incerta qual seja a teoria mais próxima dos fatos.