Diferenças entre edições de "Aristides de Sousa Mendes"

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salazar seria um santo diz ele- ver a entrevsita, é dito lá e ele não negou
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m (salazar seria um santo diz ele- ver a entrevsita, é dito lá e ele não negou)
Várias figuras ligadas ao regime de Salazar, têm procurado desacreditar Aristides de Sousa Mendes.
 
[[José Hermano Saraiva]], antigo ministro e grande admirador de [[António de Oliveira Salazar]], (''"um santo",'' nas<ref suasname=":0">{{citar palavras<!web|url=https://sol.sapo.pt/artigo/54865/recorde-a-grande-entrevista-de-jose-hermano-saraiva-ao-sol-2-parte-|titulo=Recorde carecea grande entrevista de fontesJosé --Hermano Saraiva ao SOL (2ª parte)|data=20 de Julho de 2012|acessodata=|publicado=Sol|ultimo=Saraiva|primeiro=José António}}</ref>nas suas palavras) numa entrevista em 2009 ao [[semanário Sol]], disse o seguinte: "''De facto, qual era a possibilidade de um cônsul, um simples cônsul, mobilizar meios para transportar 40 mil pessoas através de um país hostil? Como é que isso seria possível? Só seria possível para uma organização estatal, como é evidente. Mais: não há nenhum documento do Aristides que diga isso, não há nenhum''".<ref name=":0">{{citar web|url=https://sol.sapo.pt/artigo/54865/recorde-a-grande-entrevista-de-jose-hermano-saraiva-ao-sol-2-parte-|titulo=Recorde a grande entrevista de José Hermano Saraiva ao SOL (2ª parte)|data=20 de Julho de 2012|acessodata=|publicado=Sol|ultimo=Saraiva|primeiro=José António}}</ref>
 
Também o Embaixador [[João Hall Themido]], no seu livro de memórias, dedica um dos capítulos, porventura o mais polémico, ao que chama "''A mitificação de Aristides de Sousa Mendes''". O embaixador acusa o cônsul de "''actuação irregular''". Diz que "de forma totalmente irrealista, fala-se em 30 mil" o número de vistos "''concedidos em apenas alguns poucos dias pelo cônsul e seus familiares, de forma cega, no consulado e até nos cafés da vizinhança''". Themido sublinha "''a necessidade de manter disciplina nos serviços que de forma directa ou indirecta pudessem, com a sua actuação, afectar o estatuto de neutralidade''" do país.<ref>{{Citar periódico|titulo=Aristides de Sousa Mendes é um "mito criado por judeus"|jornal=[[Expresso (Portugal)]]|data=1 de novembro de 2008|url=http://expresso.sapo.pt/aristides-de-sousa-mendes-e-um-mito-criado-por-judeus=f440770|acessadoem=16 de Abril de 2014}}</ref>{{Nota de rodapé|Para o embaixador, Aristides foi um "''mito criado por judeus e pelas forças democráticas saídas do 25 de Abril''". E mais à frente: "''quando a família''" do cônsul, "''grupos judaicos e forças da esquerda ressuscitaram o assunto, procurei saber mais sobre o ocorrido''". Observa que Aristides apenas "''pertencia à carreira consular, considerada carreira menor em relação à carreira diplomática''". Por outro lado, o processo disciplinar ao cônsul em Bordéus "''foi o último de vários de que foi alvo ao longo da carreira, quase sempre por abandono do posto ou concussão''". Nota que a maioria dos processos "''desapareceu misteriosamente''" do MNE e que o de Bordéus está "''incompleto''". Assim, considera "''incompreensível criticar''" o Ministério, "''incluindo o ministro, por ter aplicado a lei nas circunstâncias da época''".}}
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