Diferenças entre edições de "Príncipe de Condé"

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== História ==
O primeiro a assumir o título foi o líder [[huguenotes|huguenote]] {{lknb|[[Luís| I| de Bourbon-Condé}}]], quinto filho de [[Carlos de Bourbon, duque de Vendôme|Carlos de Bourbon]]. Seu filho {{lknb|Henrique|I|de Bourbon-Condé}} também pertencia ao partido huguenote. Fugindo ao [[Sacro Império Romano-Germânico]], criou um pequeno exército com o qual em 1575 se juntou a [[Alençon]]. Se tornou líder huguenote, mas após vários anos de luta foi levado prisioneiro de guerra. Pouco tempo depois morreu de envenenamento, segundo a crença à época, pelas mãos de sua esposa [[Catarina de la Trémouille|Catarina]]. O evento despertou fortes suspeitas acerca da legitimidade de {{lknb|Henrique|II|de Bourbon-Condé}}. O rei {{lknb|Henrique|IV|de França}}, contudo, não usou o escândalo e em 1609, o fez se casar com [[Carlota Margarida de Montmorency]], com quem, para evitar os galanteios do rei, o príncipe foi à [[Espanha]] e então [[Península Itálica|Itália]].<ref name=Bri1911 />
 
Com a morte do rei, retornou à França e intrigou-se com a regente, [[Maria de Médici]], mas foi confinado por três anos {{nwrap||1616|1619}}. Durante o resto de sua vida, Condé foi um servo fiel do rei, se esforçando para apagar a memória das conexão huguenote de sua casa, e zelando pela perseguição aos protestantes. Sua ambição transformou-se no desejo pelo engrandecimento seguro de sua família e com esse fim se curvou diante do [[cardeal de Richelieu]], cuja sobrinha [[Clara Clemência de Maillé-Brézé]] casou com seu filho {{lknb|Luís|II|de Bourbon-Condé}}. [[Henrique Júlio, Príncipe de Condé|Henrique Júlio]], o sucessor, lutou com distinção sob Luís no [[Franco Condado]] e Países Baixos. O fim de sua vida foi marcado por fantasias hipocondríacas singulares. Seu neto, Luís Henrique, ministro de {{lknb|Luís|XV|de França}}, não assumiu o título que lhe pertencia.<ref name=Bri1911 />