Diferenças entre edições de "Eleição presidencial no Brasil em 2018"

(Referência apoio de Janot)
A eleição preocupou candidatos, eleitores, partidos políticos, especialistas, autoridades e tribunais da justiça eleitoral pelo difundimento de ''[[fake news]]'' que poderiam alterar a decisão consciente do eleitorado.<ref>[https://www.bbc.com/portuguese/brasil-45804824 Eleições 2018: o que o TSE está fazendo para combater mensagens falsas?]. [[BBC]]. Acesso em 17 de outubro de 2018.</ref><ref>{{citar web|url=https://www.valor.com.br/politica/5598869/fux-tse-tera-poder-de-policia-contra-fake-news-na-campanha-eleitoral|título= Fux: TSE terá poder de polícia contra fake news na campanha eleitoral|publicado=Valor Econômico|acessodata=17 de outubro de 2018}}</ref> Partidos têm apresentado denuncias de combate às noticias falsas, e vários órgãos de comunicação criaram grupos para [[Verificação de fatos|verificar os boatos]]; no [[Congresso Nacional do Brasil|Congresso Nacional]], há tramitação de projetos de lei para fazer a tipificação penal de crimes de notícias falsas na internet.<ref>{{citar web|url=https://noticias.r7.com/brasil/pf-tse-e-mpf-vao-criar-grupo-para-combater-fake-news-na-eleicao-04012018|título= PF, TSE e MPF vão criar grupo para combater 'fake news' na eleição|publicado=r7|acessodata=17 de outubro de 2018}}</ref> O aplicativo [[Whatsapp]] foi o principal vetor para a disseminação de notícias falsas.<ref>{{Citar web|titulo=Fake news pelo WhatsApp é fenômeno sem precedentes no mundo, diz OEA|url=https://noticias.uol.com.br/politica/eleicoes/2018/noticias/2018/10/25/fake-news-pelo-whatsapp-e-fenomeno-sem-precedentes-no-mundo-diz-oea.htm|obra=UOL Eleições 2018|acessodata=2019-12-15|lingua=pt-BR}}</ref><ref>{{Citar web|titulo=WhatsApp confirma envio ilegal de mensagens por grupos políticos em 2018|url=https://exame.abril.com.br/tecnologia/whatsapp-confirma-envio-ilegal-de-fake-news-por-grupos-politicos-em-2018/|obra=EXAME|acessodata=2019-12-15|lingua=pt-BR}}</ref>
 
Segundo levantamento do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação (Gpopai), da [[Universidade de São Paulo]] (USP), cerca de 12 milhões de pessoas haviam compartilhado ''fake news'' políticas até junho daquele ano.<ref>{{Citar web|titulo=Fake news devem causar impacto em eleições de 2018 {{!}} Especial Focas|url=http://infograficos.estadao.com.br/focas/politico-em-construcao/materia/fake-news-devem-causar-impacto-em-eleicoes-de-2018|obra=Especial Focas online {{!}} Especial Focas|acessodata=2019-12-24|lingua=pt-br}}</ref> As campanhas de Jair Bolsonaro e Fernando Haddad foram suspeitas de utilizar do disparo em massa de mensagens durante a campanha eleitoral, sendo que a campanha petista foi multada pelo Tribunal Superior Eleitoral, que entendeu que notícias negativas foram promovidas ilegalmente.<ref>{{Citar web|titulo=TSE multa campanha de Haddad por impulsionar notícias contra Bolsonaro na internet|url=https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/03/28/tse-multa-campanha-de-haddad-em-r-176-mil-por-impulsionar-noticias-contra-bolsonaro-na-internet.ghtml|obra=G1|acessodata=2019-12-24|lingua=pt-br|data=2019-3-28|publicado=|ultimo=|primeiro=}}</ref> Em entrevista ao [[El País]], Tai Nalon, do [[Aos Fatos]], notou que, conforme o segundo turnos ia chegando ao final, mais as notícias falsas que beneficiavam Bolsonaro iam se intensificando.<ref>{{citar web
|url= https://brasil.elpais.com/brasil/2018/10/18/actualidad/1539847547_146583.html
|título= Cinco ‘fake news’ que beneficiaram a candidatura de Bolsonaro
|acessodata= 2020-06-28
|autor= ALMUDENA BARRAGÁN
|data= 2018-10-18
|obra= El País
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}}</ref>
 
== Debates ==