Diferenças entre edições de "Escravismo e Islã"

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[[Imagem:Slaves Zadib Yemen 13th century BNF Paris.jpg|miniatura|250px|direita| Mercado de escravos árabe no I̟émen (gravura do século XIII)]] A '''escravatura no mundo muçulmano''' desenvolveu-se a partir das práticas esclavagistas da Arábia pré-islâmica <ref>{{Citar web|titulo=Internet History Sourcebooks Project|url=https://sourcebooks.fordham.edu/med/lewis1.asp|obra=sourcebooks.fordham.edu|acessodata=2020-06-25}}</ref>, e foi por vezes radicalmente diferente, dependendo de factores sócio-políticos, tais como o comércio árabe de escravos.
 
Ao longo da história islâmica, os escravos desempenharam vários papéis sociais e económicos, desde poderosos emires[[emir]]<nowiki/>es a trabalhadores manuais duramente tratados. No início da história muçulmana foram utilizados na agricultura, mas este modo foi abandonado após o tratamento cruel levar a revoltas destrutivas de escravos, sendo a mais notável a [[Rebelião Zanje|Rebelião Zanj]] de 869-883<ref>{{citar livro|título=Islam and the Abolition of Slavery|ultimo=Clarence-Smith|primeiro=William G.|editora=Hurst & Company|ano=2006|local=|página=|páginas=2-45}}</ref>.
 
Os escravos eram amplamente empregados na irrigação, mineração e criação de animais, mas os usos mais comuns eram como soldados, guardas, trabalhadores domésticos, e concubinas. Muitos governadores dependiam de escravos militares, frequentemente em enormes exércitos permanentes, e escravos na administração a tal ponto que os escravos se encontravam por vezes em posição de tomar o poder.
 
Várias estimativas do número de escravos detidos ao longo de doze séculos no mundo muçulmano são 12,8 milhões <ref>{{citar livro|título=Transformations in Slavery ː A History of Slavery in Africa (3.a edição)|ultimo=Lovejoy|primeiro=Paul E.|editora=Cambridge University Press|ano=2012|local=|página=|páginas=18-19}}</ref> 11 milhões ou 14 milhões <ref>{{citar web|url=https://archive.nytimes.com/www.nytimes.com/books/01/03/04/reviews/010304.04hochsct.html|titulo=Human Cargo ː A study of the little-known slave trade in the Islamic world.|data=4 de Março de 2001|publicado=The New York Times|ultimo=Hochschild|primeiro=Adam}}</ref> ; outras estimativas indicam um número entre 12 e 15 milhões de escravos antes do século XX - estes números referindo-se apenas a escravos africanos, que constituíam a maior parte do comércio, no qual participavam também activamente líderes africanos. <ref>{{citar livro|título=Judging War Crimes and Torture: French Justice and International Criminal Tribunals and Commissions (1940-2005)|ultimo=Beigbeder|primeiro=Yves|editora=Martinus Nijhoff Publishers|ano=2006|local=|página=42}}</ref>
 
Ela existe até os dias do século XXI<ref>[https://www.gatestoneinstitute.org/12816/turkey-child-trafficking-slavery Yazidi Slavery, Child Trafficking, Death Threats to Journalist: Should Turkey Remain in NATO?]</ref> e sempre permitia a conversão como um meio de não ser escravizado ou então pagar imposto para quem virar cristão ou puder se converter ao judaísmo.<ref>[http://www.ezidipress.com/en/yazidi-woman-who-escaped-isis-slavery-tells-her-story-at-uk-parliament-and-pleads-for-help/ Yazidi Woman Who Escaped ISIS Slavery Tells Her Story at UK Parliament and Pleads for Help]</ref><ref>“’They came to destroy’: ISIS Crimes Against the Yazidis,” June 15, 2016. A/HRC/32/CRP.2 Human Rights Council.</ref> <br />
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