Diferenças entre edições de "Escravismo e Islã"

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Os escravos eram amplamente empregados na irrigação, mineração e criação de animais, mas os usos mais comuns eram como soldados, guardas, trabalhadores domésticos, e concubinas. Muitos governadores dependiam de escravos militares, frequentemente em enormes exércitos permanentes, e escravos na administração a tal ponto que os escravos se encontravam por vezes em posição de tomar o poder.
 
Várias estimativas do número de escravos detidos ao longo de doze séculos no mundo muçulmano são 12,8 milhões <ref>{{citar livro|título=Transformations in Slavery ː A History of Slavery in Africa (3.a edição)|ultimo=Lovejoy|primeiro=Paul E.|editora=Cambridge University Press|ano=2012|local=|página=|páginas=18-19}}</ref> 11 milhões ou 14 milhões <ref>{{citar web|url=https://archive.nytimes.com/www.nytimes.com/books/01/03/04/reviews/010304.04hochsct.html|titulo=Human Cargo ː A study of the little-known slave trade in the Islamic world.|data=4 de Março de 2001|publicado=The New York Times|ultimo=Hochschild|primeiro=Adam}}</ref> ; outras estimativas indicam um número entre 12 e 15 milhões de escravos antes do século XX - estes números referindo-se apenas a escravos africanos, que constituíam a maior parte do comércio, no qual participavam também activamente líderes africanos. <ref>{{citar livro|título=Judging War Crimes and Torture: French Justice and International Criminal Tribunals and Commissions (1940-2005)|ultimo=Beigbeder|primeiro=Yves|editora=Martinus Nijhoff Publishers|ano=2006|local=|página=42}}</ref>
 
O Alcorão recomenda, embora não comande, a libertação dos escravos como forma de expiar os pecados ou simples acto de humanidade, embora o conselho não fosse muito seguido.<ref>{{Citar web|titulo=Al Baqara (The cow) 2.177|url=https://quranx.com/2.177?Context=3|acessodata=28 de Junho de 2020|data=|publicado=Quranx.com|ultimo=|primeiro=}}</ref><ref>{{Citar web|titulo=Al Baqara (The cow) 90.12-17|url=https://quranx.com/90.12-17|acessodata=28 de junho de 2020|publicado=Quranx.com}}</ref><ref>{{citar livro|título=Slavery in the Arab World|ultimo=Gordon|primeiro=Murray|editora=New Amsterdam Books|ano=1989|local=|página=40|páginas=}}</ref> [[Bernard Lewis]] sustenta que, em tempos mais recentes, parece que embora os escravos sofressem frequentemente terríveis privações desde a captura até à sua chegada ao seu destino final, uma vez colocados numa família eram razoávelmente bem tratados e aceites, em certo grau, como membros do grupo familiar.<ref>{{citar livro|título=Race and Slavery in the Middle East|ultimo=Lewis|primeiro=Bernard|editora=Oxford University Press|ano=1989|local=|página=|páginas=|capitulo=1 - Slavery}}</ref>
 
Ela existe até os dias do século XXI<ref>[https://www.gatestoneinstitute.org/12816/turkey-child-trafficking-slavery Yazidi Slavery, Child Trafficking, Death Threats to Journalist: Should Turkey Remain in NATO?]</ref> e sempre permitia a conversão como um meio de não ser escravizado ou então pagar imposto para quem virar cristão ou puder se converter ao judaísmo.<ref>[http://www.ezidipress.com/en/yazidi-woman-who-escaped-isis-slavery-tells-her-story-at-uk-parliament-and-pleads-for-help/ Yazidi Woman Who Escaped ISIS Slavery Tells Her Story at UK Parliament and Pleads for Help]</ref><ref>“’They came to destroy’: ISIS Crimes Against the Yazidis,” June 15, 2016. A/HRC/32/CRP.2 Human Rights Council.</ref> <br />
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