Diferenças entre edições de "Deutsch Lehren Lernen"

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== História ==
O [[:de:Deutsch_Lehren_Lernen|DLL]] teve seu início em 2010 com um parecer técnico encomendado pelo Goethe-Institut a especialistas da área, para reverem criticamente as ofertas de aperfeiçoamento continuado nos últimos 20 anos, levando em conta o status da pesquisa da didática de ensino e da pesquisa da profissionalização, bem como o potencial da transformação digital. Um grupo de especialistas composto por representantes do Goethe-Institut e das Universidades de [[:de:Ruhr-Universität_Bochum|Bochum]], [[:de:Technische_Universität_Darmstadt|Darmstadt]], [[:de:Justus-Liebig-Universität_Gießen|Gießen]] e [[:de:Friedrich-Schiller-Universität_Jena|Jena]] foi encarregado de desenvolver um currículo de formação continuada para professores com base nesser parecer técnico, assim como de acompanhar o desenvolvimento e a produção de materiais adequados para o mesmo.
 
No final de 2012, deu-se inicio a um estudo-piloto mundial com os primeiros módulos. Em 2016, seis módulos que compõem o pacote básico do programa estavam concluídos: Os dois primeiros módulos tematizam os atores centrais do processo de ensino em sala de aula, os professores (1) e os alunos (2); A unidade 3 foca a língua alemã como meio e objetivo de ensino. A interação como pré-requisito para a ação linguística (4), materiais e mídias (5), assim como diretrizes curriculares e planejamento de aulas (6) constituem o programa básico. Desde 2018, o DLL já conta com 12 módulos temáticos.
 
== Pesquisa ==
Embora os fundamentos teóricos da série DLL já tenham sido apresentados em diversas publicações e o programa se encontre na pesquisa sobre profissionalismo pedagógico, ainda há poucas conclusões empíricas sobre a utilização do DLL nos diferentes contextos de aplicação disponíveis até o momento<ref>{{Citar periódico|ultimo=Legutke|primeiro=Michael|ultimo2=Rotberg|primeiro2=Sabine|data=2018-10-11|titulo=Deutsch Lehren Lernen (DLL) – das weltweite Fort- und Weiterbildungsangebot des Goethe-Instituts|url=http://dx.doi.org/10.1515/infodaf-2018-0082|jornal=Informationen Deutsch als Fremdsprache|volume=45|numero=5|paginas=605–634|doi=10.1515/infodaf-2018-0082|issn=2511-0853}}</ref><ref>{{Citar periódico|data=2016-12-20|titulo=49. Klippel, Friederike, ed. 2016. Teaching Languages – Sprachen lehren. Münster: Waxmann, 329 pp.|url=http://dx.doi.org/10.1515/east-2017-0050|jornal=English and American Studies in German|volume=2016|numero=1|paginas=73–74|doi=10.1515/east-2017-0050|issn=1865-8946}}</ref>. No entanto, foi possível constatar  que os participantes consideram sobretudo os Projetos de Exploração da Prática (PEP) como um desafio. Os resultados iniciais indicam que os participantes apreciam o potencial do trabalho colaborativo com os PEPs, mas, ao mesmo tempo, a troca de ideias entre eles pode se mostrar difícil e requerer um apoio intensivo<ref>{{Citar periódico|titulo=Aus-, Fort- und Weiterbildung von bzw. zu Experten für Fremdsprachenlehren und -lernen|url=http://dx.doi.org/10.3726/978-3-653-04310-5/21|publicado=Peter Lang|isbn=978-3-631-64718-9}}</ref><ref>{{Citar periódico|data=2015-05-01|titulo=JALT Journal 37.1|url=http://dx.doi.org/10.37546/jaltjj37.1|jornal=JALT Journal|volume=37|numero=1|doi=10.37546/jaltjj37.1|issn=0287-2420}}</ref>. As dificuldades surgem especialmente na escolha de uma questão adequada para as investigações em sua próprias aulas, assim como uma abordagem adequada da mesma. Uma análise das documentações do PEP permitiu verificar que o programa incentiva processos de reflexão sobre  a prática de ensino e as ações dos professores, independentemente dos contextos culturais. Ao mesmo tempo, porém, também ficou claro que, especialmente no início do treinamento em serviço, os participantes têm dificuldade de tematizar o seu próprio papel como professores nas documenaçõesdocumentações do PEP<ref>{{Citar periódico|ultimo=Dengscherz|primeiro=Sabine|data=2016-12-06|titulo=Daniela Caspari / Friederike Klippel / Michael K. Legutke und Karen Schramm (Hg.): Forschungsmethoden in der Fremdsprachendidaktik. Ein Handbuch. Tübingen: Narr 2016|url=http://dx.doi.org/10.14220/odaf.2016.32.2.128|jornal=ÖDaF-Mitteilungen|volume=32|numero=2|paginas=128–129|doi=10.14220/odaf.2016.32.2.128|issn=2196-9167}}</ref>.
 
== Links ==
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