Diferenças entre edições de "Racismo científico"

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Foram revertidas as edições de 189.28.190.5 para a última revisão de Wolkye, de 17h12min de 24 de junho de 2020 (UTC)
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* Os ''Afer'' ou ''Africanus'': negro, fleumático, relaxado; cabelo preto e frisado; pele sedosa, nariz achatado, lábios túmidos; fêmeas sem vergonha; glândulas mamárias dão leite abundantemente; astuto, preguiçoso, lascivo, descuidado; unge-se com gordura; é governado por caprichos.<ref>Em latim: ''niger, phlegmaticus, laxus. Pilis atris, contortuplicatis. Cute holosericea. Naso simo. Labiis tumidis. Feminis sinus pudoris. Mammae lactantes prolixae. Vafer, segnis, negligens. Ungit se pingui. Regitur Arbitrio.''</ref>
* Os ''Monstrosus'' eram seres humanos mitológicos que não apareciam nas primeiras edições do ''Systema Naturae''. As subespécies incluíam o ''Homo feralis'' (homem feral) de quatro patas, mudo e peludo; o juvenil ''Juvenis lupinus hessensis'' (o lobo hessiano), o ''Juvenis hannoveranus'' (menino hanoveriano), a ''Puella campanica'' e o ágil mas frágil ''Homo monstrosus'' (o homem monstruoso): o gigante patagônico, o anão dos Alpes e o monóculo Khoikhoi (hotentote). Em ''Amoenitates academicae'' (1763), Linnaeus apresentou o mitológico ''Homo anthropomorpha'' (homem antropomórfico), criaturas humanoides, como o troglodita, o sátiro, a hidra e a fênix, incorretamente identificadas como criaturas simiescas.<ref>{{Cite journal|last=Reid|first=Gordon McGregor|date=2009|title=Carolus Linnaeus (1707–1778): His Life, Philosophy and Science and Its Relationship to Modern Biology and Medicine|journal=Taxon|volume=58|issue=1|pages=18–31|jstor=27756820|doi=10.1002/tax.581005}}</ref>
* By: Me
 
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