Sistema de posicionamento global: diferenças entre revisões

m (removi coisas erradas)
As diferenças entre os tempos de chegada dos sinais ao receptor são a base para a medição de posição. Cada diferença de tempo entre dois satélites corresponde a um [[hiperbolóide]] de revolução. A linha que une esses dois satélites forma o eixo do hiperbolóide, e o receptor está localizado no ponto onde três hiperbolóides se interceptam.<ref>http://www.saspinski.com/filosofia/gps.pdf</ref> Por isso são necessários 4 satélites.
 
Algumas vezes é dito incorretamente que a localização do usuário é a intercessão de três esferas. Esse seria o caso se o receptor tivesse um relógio sincronizado com os satélites, e medisse as distâncias reais a cada um, em vez ﷽﷽ ﷽﷽﷽ ﷽﷽﷽ ﷽ ﷽﷽ ﷽﷽﷽ ﷽﷽﷽ ﷽ ﷽﷽ ﷽﷽ ﷽﷽﷽ ﷽﷽﷽ ﷽ ﷽﷽ ﷽﷽﷽ ﷽﷽"da diferença de distâncias. Nesse caso haveria um complicador adicional: os intervalos de tempo não são os mesmos para um relógio em terra e um satélite em órbita pela [[teoria geral da relatividade]]. Esse desvio teria que ser levado em conta nos aparelhos.
 
Até meados de [[2000]] o departamento de defesa dos [[EUA]] impunha a chamada "disponibilidade seletiva" que consistia em um erro induzido ao sinal, impossibilitando que aparelhos de uso civil operassem com precisão inferior a 90 metros. Porém, o presidente [[Bill Clinton]] foi pressionado a assinar uma lei determinando o fim dessa interferência no sinal do sistema. Desse modo, entende-se que não há garantias que em tempo de guerra o serviço continue à disposição dos civis e com a atual precisão. No cenário militar, o GPS é também usado para o direcionamento de diversos tipos de armamentos de precisão, como as bombas [http://en.wikipedia.org/wiki/Jdam JDAM] (''Joint Direct Attack Munition'') e os famosos mísseis [[Tomahawk]]. Estas [[bombas]] "inteligentes" são guiadas a seus alvos por um sistema inercial em conjunto com um GPS; esse tipo de sistema de direcionamento pode ser usado em qualquer condição climática e garante um alto índice de acertos.
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