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À parte o Wi-Fi, há experimentos com redes móveis sem fio, como o [[Ricochet]] {{dn}}, além de vários serviços de dados de alta velocidade em redes de telefones celulares.
 
Telefones celulares de última geração, como o ''[[smartphone]]'', geralmente vêm com acesso à Internet através da própria rede do telefone. Navegadores web, como o [[Opera]], estão disponíveis nestes aparelhos portáteis, que podem também rodar uma grande variedade de outros softwares especialmente desenvolvidos para a Internet. Existem mais telefones celulares com acesso à Internet do que computadores pessoais, embora a Internet nos telefones não seja grandemente usada. Os provedores de acesso a Internet e a matriz de protocolo, no caso dos telefones celulares, diferenciam-se dos métodos normais de acesso.
 
Segundo os dados da statcounter (''um site de análise de tráfego da Web''), em 2016, pela primeira vez, teve-se, no mundo, mais telefones celulares acessando a internet do que computadores.
 
Os provedores de acesso a Internet e a matriz de protocolo, no caso dos telefones celulares, diferenciam-se dos métodos normais de acesso.
 
Para poder navegar na Internet é necessário dispor de um navegador ([[browser]]). Existem diversos programas deste tipo, sendo os mais conhecidos na atualidade, o [[Microsoft Internet Explorer]], [[Mozilla Firefox]], [[Google Chrome]], entre outros. Os navegadores permitem, portanto, que os utilizadores da rede acedam às páginas WEB e que enviem ou recebam mensagens do correio eletrônico de qualquer parte do mundo. Existem também na rede dispositivos especiais de localização de informações indispensáveis atualmente, devido à magnitude que a rede alcançou. Os mais conhecidos são o [[Google]], [[Yahoo!]] e [[Ask.com]].
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