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[[Ficheiro:The Opera House, Paris, France ca. 1890-1900.jpg|thumb|esquerda|A Ópera Garnier em [[1900]].]]
 
A pedra angular da Ópera Garnier foi colocada em [[1861]] e a construção teve início no mesmo ano. Entretanto a obra foi interrompida por numerosos incidentes, incluindo a [[Guerra Franco-Prussiana]], a queda do Império francês e a [[Comuna de Paris]]. Outro problema foi o próprio terreno, extremamente pantanoso, o que implicou contínuos bombeamentos de água durante oito meses, antes de que as fundações pudessem ser lançadas. Dizia-se que existia um lago subterrâneo alimentado pelo rio [[Grange-Batelière]] - hipótese sabiamente explorada pelo célebre romance de [[Gaston Leroux]], ''[[O Fantasma da Ópera]]''. Na realidade, o rio corre um pouco mais longe.
 
Depois de inúmeros contratempos, os trabalhos foram completados em [[1874]], e o Palácio Garnier foi formalmente inaugurado em [[15 de janeiro]] de [[1875]], com a representação da ópera ''A Judia'', de [[Jacques Fromental Halévy|Halévy]], e trechos de ''Os Huguenotes'', de [[Giacomo Meyerbeer]].
 
Quando a estação ''Opéra'' do metrô foi construída, havia receio de que a característica entrada das estações parisienses, de ferro fundido, em estilo [[art nouveau]], pudesse conflitar com a fachada do Palácio. Como resultado, balaustradas em mármore foram empregadas.
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