Diferenças entre edições de "Igreja Católica no Brasil"

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Segundo pesquisa da [[FGV]] de 2009, o catolicismo no Brasil vem perdendo fiéis sobretudo nos bolsões de pobreza situados em regiões metropolitanas, em especial para igrejas evangélicas pentecostais e para a não religiosidade. O estudo apontou que a "velha pobreza brasileira", particularmente as áreas rurais do Nordeste, que é assistida por programas de governo, continua fortemente católica, ao passo que a "nova pobreza", isso é, a periferia das grandes cidades, menos assistidas por programas sociais, estaria migrando para o protestantismo e para a irreligiosidade.<ref name="FGV1">FGV. [http://www.cps.fgv.br/cps/bd/rel3/REN_texto_FGV_CPS_Neri.pdf "Novo Mapa das Religiões"]. ''Fundação Getúlio Vargas''. 2011.</ref>
 
Uma explicação para a diminuição de católicos são as migrações internas. No Brasil, as religiões evangélicas tendem a crescer nas regiões de expansão da fronteira agrícola e nas favelas e municípios de regiões metropolitanas, onde muitas pessoas são [[migrante]]s de outras regiões. Esses migrantes deslocam-se para áreas onde há a ausência do Estado ae da Igreja Católica, "que não tem agilidade para deslocar padres e paróquias". Já as igrejas evangélicas são mais ágeis e acabam suprindo essa ausência. O mesmo não ocorre em áreas com poucos migrantes, onde a população já está estabelecida, ou no interior rural, onde "a tendência é as pessoas continuarem seguindo a mesma religião com a qual cresceram".<ref>[http://g1.globo.com/brasil/noticia/2012/06/nordeste-e-sul-sao-ultimos-bastioes-catolicos-do-brasil.html Nordeste e Sul são últimos 'bastiões' católicos do Brasil]</ref>
 
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