Telecomunicações do Piauí: diferenças entre revisões

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== História ==
Sua criação foi autorizada pela lei estadual nº 2.060, de 7 de dezembro de 1960 com o nome de '''Telefones do Piauí Sociedade Anônima''',<ref>''Regulamento Geral da Telefones do Piauí S/A'' publicado em {{citar livro|título=Guia dos Telefones do Piauí de 1972|ultimo=|primeiro=|editora=|ano=|local=|páginas=11-12|acessodata=}}</ref> posteriormente em [[1972]] sua denominação foi alterada para '''Telecomunicações do Piauí S/A''' .
 
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Sua criação foi autorizada pela lei estadual nº 2.060, de 7 de dezembro de 1960 com o nome de '''Telefones do Piauí Sociedade Anônima''',<ref>''Regulamento Geral da Telefones do Piauí S/A'' publicado em {{citar livro|título=Guia dos Telefones do Piauí de 1972|ultimo=|primeiro=|editora=|ano=|local=|páginas=11-12|acessodata=}}</ref> posteriormente em [[1972]] sua denominação foi alterada para '''Telecomunicações do Piauí S/A''' .
 
Em [[1998]], o [[Ministério das Comunicações]] decidiu dividir a [[Telecomunicações Brasileiras S/A|Telebrás]] em doze companhias: três holdings das concessionárias regionais de telefonia fixa, essa situação verifica a abertura do mercado, uma holding da operadora de longa distância e oito holdings das concessionárias da [[Telefone celular|telefonia móvel]] Banda A. A maior delas era Norte Leste S.A., que era composta pela TELEPISA e por outras empresas: TELERJ, TELEST, TELERGIPE, TELASA, TELPE, TELPA, TELERN, TELECEARÁ, TELEPISA, TELMA, TELEPARÁ, TELAMAZON, TELEAMAPÁ, TELAIMA, TELEMIG e TELEBAHIA. A Norte Leste S.A. é transformada em [[Telemar]] em abril de [[1999]].
 
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