Diferenças entre edições de "Jerónimo de Ataíde, 6.º Conde da Castanheira"

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{{Info/Nobre
{{Sem-fontes|data=março de 2014}}
| imagem = Fl- 49v Livro do Armeiro-Mor, Ataide.jpg
D. '''Jerónimo de Ataíde''', 2º [[conde de Castro Daire]] e 6º [[conde da Castanheira]], morreu em Lisboa em [[12 de dezembro]] de [[1669]]. Foi filho do 1º conde de Castro Daire [[António de Ataíde, 5.º Conde da Castanheira|D. António de Ataíde]] e de D. Ana de Lima.
| legenda = Armas da [[Ataíde (família)|família Ataíde]], a que pertencia o 6.º conde da Castanheira
| nome = Jerónimo de Ataíde
| título = 6.º Conde da Castanheira
| esposa = D. Helena de Castro
| data de nascimento = c. 1590
| morte = 1669
| ocupação = [[Estadista]]
| religião = Católica
| pai = D. [[António de Ataíde]], 1.º [[Conde de Castro Daire]]
| mãe = D. Bárbara de Lara, filha do 3.º [[Marquês de Vila Real]]
| Família = Ataíde
}}
D. '''Jerónimo de Ataíde''', 2.º [[conde de Castro Daire]] e 6.º [[conde da Castanheira]], nasceu cerca de 1590 e morreu em Lisboa em [[12 de dezembro]] de [[1669]]. FoiEra filho do 1º conde de [[Castro Daire]], [[António de Ataíde, 5.º Conde da Castanheira|D. António de Ataíde]] e de D. Ana de Lima, herdeira do 6.º senhor de [[Castro Daire]].
 
Ficou em [[Espanha]], depois da [[Restauração da Independência|Restauração]], e foi mordomo-mor da Rainha [[Isabel de Bourbon, Rainha da Espanha|Isabel de Bourbon]], mulher do rei [[Filipe IV de Espanha]]. Exerceu ainda o importante cargo de aio do Príncipe [[Baltazar Carlos]] e pertenceu aos conselhos de Estado e de Portugal, em Madrid. Filipe IV o fez [[marquês de Colares]], após a Restauração, pelo que o título que já não teve validade em [[Portugal]];<ref>{{Citar web |ultimo= |primeiro= |url=https://archive.org/details/brasesdasalade01braauoft |titulo=Brasões da Sala de Sintra, LIvro Primeiro: Freire, Anselmo Braamcamp, p. 531. |data= |acessodata=2020-07-31 |website=Internet Archive |publicado= |lingua=}}</ref> e deu-lhe também a promessa do ducado de Benavente, quando (e se) recuperasse Portugal.
 
D. Jerónimo de Ataíde, porém, nunca pegou em armas contra Portugal.
 
Concluída a paz, em [[1668]], por estar abrangido no artigo 8.º do tratado de 13 de fevereiro desse ano, regressou a Portugal no mês de novembro, "a comer o seu condado". <ref>''Monstruosidades do tempo e da fortuna. Diário de factos mais interessantes que sucederam no reino de 1662 a 1680, até hoje atribuído infundadamente ao beneditino Fr. Alexandre da Paixão. Divulgado por J. A. da Graça Barreto''. Lisboa, Tipografia da Viúva Sousa Neves, 1888, p. 68</ref> Depois da sua morte, o título de conde da Castanheira foi renovado e confirmado na pessoa do seu genro (casado com D. Ana de Ataíde e Castro, filha de D. Jerónimo), Simão Correia da Silva - [[vedor da Fazenda]], governador do Algarve e membro do Conselho de Estado - por carta de 27 de janeiro de 1760.<ref>Freire, Anselmo Braamcamp, ''op. cit''., p. 422.</ref>
 
Ficou em [[Espanha]], depois da [[Restauração da Independência|Restauração]], e foi mordomo-mor da Rainha Isabel, mulher do rei [[Filipe IV de Espanha]]. Este o fez [[marquês de Colares]], título que já não teve validade em [[Portugal]], e lhe deu a promessa do ducado de Benavente quanto recuperasse Portugal.
 
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Nunca pegou em armas contra Portugal. Exerceu o elevado cargo de aio do Príncipe [[Baltazar Carlos]]. Concluída a paz, em [[1668]], regressou a Portugal onde morreu.
 
== Casamento e descendência ==
Casou com D. Helena de Castro, filha de D. João de Castro, senhor de Reriz e Benviver, Sul, Penela e Resende, e D. Juliana de Távora.; Tiveramcom geração..
 
== Obra ==
Escreveu, além de compêndios de genealogia, «''Información sobre Haver de Preceder en el Consejo de Portugal, supplicando de la nueva forma de precedencias y Respondiendo a los errados informes que se dieron a S. Magestad''».
 
{{Referências}}
 
{{Começa caixa}}
[[Categoria:Condes da Castanheira]]
[[Categoria:Condes de Castro Daire]]
[[Categoria:Família Ataíde]]
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