Diferenças entre edições de "Assis Chateaubriand"

813 bytes adicionados ,  22h58min de 2 de agosto de 2020
(Correção de erro)
Etiquetas: Edição via dispositivo móvel Edição feita através do sítio móvel
 
===Projetos culturais===
Já em 1927 Assis Chateaubriand idealizava uma casa de pintura e escultura “para formar o interesse de nossa gente pelas artes plásticas”, segundo o próprio jornalista. Para tanto, iniciou naquele ano a coleta de itens de arte, apoiado por [[Frederico Barata]] e [[Eliseu Visconti]], em cujo ateliê da Av. Mem de Sá, no Rio de Janeiro, eram armazenadas as primeiras peças que iriam compor o acervo do futuro museu. Além de outras doações, Assis Chateaubriand receberia do próprio [[Visconti]] quatro telas de sua autoria, além do apoio e ajuda para o empreendimento, o que o levou a incluir o artista, junto com [[Frederico Barata]], na linha dos projetistas do futuro museu.<ref name="Artes Plásticas - Museu de Arte Assis Chateaubriand">http://memoria.bn.br/DocReader/110523_06/73377</ref>
Em 1941, promoveu a ''[[Campanha nacional da aviação]]'', com o lema "Deem asas ao Brasil", na qual foi criada a maioria dos atuais [[aeroclube]]s pelo interior do Brasil, juntamente com [[Joaquim Pedro Salgado Filho]], então [[Ministério da Guerra (Brasil)|Ministro da Guerra]] do governo Vargas.<ref name="Dêem Asas ao Brasil">http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u774.jhtm</ref> Com o suicídio de Getúlio Vargas, assume a cadeira 37 da [[Academia Brasileira de Letras]].
 
Em [[1941]], promoveu a ''[[Campanha nacional da aviação]]'', com o lema "Deem asas ao Brasil", na qual foi criada a maioria dos atuais [[aeroclube]]s pelo interior do Brasil, juntamente com [[Joaquim Pedro Salgado Filho]], então [[Ministério da Guerra (Brasil)|Ministro da Guerra]] do governo Vargas.<ref name="Dêem Asas ao Brasil">http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u774.jhtm</ref> Com o suicídio de Getúlio Vargas, assume a cadeira 37 da [[Academia Brasileira de Letras]].
 
Funda o [[Museu de Arte de São Paulo]] (MASP) em 1947, com uma coleção particular de pinturas de grandes mestres europeus que ele adquiriu a preços de ocasião na Europa empobrecida do pós-[[Segunda Guerra Mundial]] (em aquisições por vezes financiadas à base de chantagem de empresários brasileiros), coleção esta que o presidente [[Juscelino Kubitschek]] havia tido o bom senso de, durante seu governo, colocar sob a gestão de uma fundação, em troca de auxílio governamental ao pagamento de parte da astronômica dívida do Condomínio Associado.
214

edições