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Séculos atrás os estudos científicos, filosóficos ou religiosos publicados na [[Europa Ocidental]] eram tipicamente escritos em [[latim]]. Já os trabalhos escritos em uma língua local, como o [[Língua italiana|italiano]], o [[Língua espanhola|espanhol]] ou o [[língua alemã|alemão]] eram denominados de escritos ''em vernáculo''.
 
Podemos nos referir a uma ''língua vernacular'' em contraste com uma língua [[liturgia|litúrgica]]. Como exemplo, até o início da década de [[1960]], os [[catolicismo|católicos]] romanos de rito latino assistiam a [[missa]]s celebradas em latim, ao invés da língua de seus países ou regiões. Até hoje, a [[igreja copta]] celebra suas liturgias em [[língua copta]]. Já a [[Igreja Ortodoxa]] Etíope celebra liturgias na língua ge'ez. A [[Reforma Protestante]] foi disseminada pela [[Europa]] e pelo mundo através da publicação da [[Bíblia]] e de outros escritos religiosos em línguas vernáculas. Já a igreja católica romana somente permitiu o uso de de línguas vernáculas em suas liturgias a partir da década de 1960, com o [[Concílio Vaticano II]].
 
Em épocas mais recentes, a expressão ''vernacular'' tem sido aplicada às publicações nas quais se busca reproduzir a linguagem coloquial da [[classe média]] ou da classe trabalhadora. Em alguns casos, isto significa a inclusão de [[gíria]]s ou de expressões coloquiais.
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