Diferenças entre edições de "Lolita"

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* Em 1999, o compositor baseado em [[Boston]] John Harbison começou uma ópera de ''Lolita'', qual ele abandonou no despertar do escândalo clerical de abuso infantil em Boston. Ele abandonou isso em 2005, mas fragmentos foram tecidos em um pedaço de sete minutos, "Darkbloom: Overture for an Imagined Opera". Vivian Darkbloom, um anagrama de Vladimir Nabokov, é uma personagem em ''Lolita''.<ref>{{citar jornal| url=https://www.nytimes.com/2005/03/24/arts/music/24harb.html |título=Wrestling With a 'Lolita' Opera and Losing |data=24 de Março de 2005 |autor =Wakin, Daniel J. |obra=The New York Times |acessodata=13 de Março de 2008}}</ref>
* Em 2003, o diretor russo [[Victor Sobchak]] escreveu uma segunda adaptação não-musical para o palco, qual foi encenada no teatro de franja Lion and Unicorn em Londres. Cai o personagem de Quilty e atualiza a história para a moderna Inglaterra, e inclui longas passagens da prosa de Nabokov em voiceover.<ref name=vnc26>Stringer-Hye, Suellen (2003) [http://www.libraries.psu.edu/nabokov/vncol26.htm "VN collation #26"], ''Zembla'', 2003. Recuperado 13 Março 2008.</ref>
* Também em 2003, uma adaptação para o palco do roteiro não usado de Nabokov foi performada em [[Dublin]] adaptada por Michael West. Isso foi descrito por Karina Buckley (no ''[[The Sunday Times|Sunday Times]]'' de Londres), como atuando mais como [[commedia dell'arte]] italiana que um sombrio drama sobre pedofilia.<ref name="vnc26" /> Hiroko Mikami nota que o inicial encontro sexual entre Lolita e Humbert foi encenado em uma forma que deixou esta adaptação particularmente aberta para a acusação de colocar a culpa por iniciar o relacionamento em Lolita e normalizar o abuso sexual infantil; entretanto, Mikami desafiou esta leitura da produção,<ref>{{citar livro|título=Ireland on stage: Beckett and after |último =Mikami |primeiro = Hiroko |ano=2007 |publicado=Peter Lang |isbn= 9781904505235 |páginas=41–42 |url= }}</ref> notando que a devastação final de eventos na vida de Lolita é devidamente notada na peça.
* Em 2003, o coreógrafo italiano Davide Bombana criou um balé baseado em ''Lolita'' que durou 70 minutos. Isso usou música por [[Dmitri Shostakovich]], [[György Ligeti]], [[Alfred Schnittke]] e [[Salvatore Sciarrino]]. Foi performado pelo Grand Ballet de Génève na Suíça em novembro de 2003. Ele ganhou o prêmio Premio Danza E Danza em 2004 como "Melhor Coreógrafo Italiano no Exterior".<ref>[http://www.tpthueringen.de/frontend/index.php?page_id=127&ses_id=session_id&v=ens_detail&pi=3207&mid=50 Profile of Bombana] {{webarchive|url=https://web.archive.org/web/20110430013048/http://www.tpthueringen.de/frontend/index.php?page_id=127&ses_id=session_id&v=ens_detail&pi=3207&mid=50 |date=30 de Abril de 2011 }}, Theater u. Philharmonie Thüringen. {{de}}</ref>
* O compositor americano Joshua Fineberg e a coreógrafa Johanne Saunier criaram uma "ópera imaginada" de ''Lolita''. Durando 70 minutos, isso estreou em [[Montclair (Nova Jérsei)|Montclair, Nova Jersey]], em abril de 2009. Enquanto outros personagens silenciosamente dançam, Humbert narra, muitas vezes com suas costas para a audiência como sua imagem é projetada em telas de vídeo. Escrevendo em ''[[The New York Times]]'', Steve Smith notou que isso salienta Humbert como um monstro moral e homem louco, mais que como um suave sedutor, e que isso não faz nada para "sugerir simpatia" em qualquer nível de Humbert.<ref>{{citar jornal|url=https://www.nytimes.com/2009/04/08/arts/music/08loli.html |título=Humbert Humbert (Conjuring Nymphet) |autor =Smith, Steve |data=7 de Abril de 2009 |obra=The New York Times |acessodata=2 de Dezembro de 2010}}</ref> Smith também descreveu isso como "menos uma ópera em qualquer senso convencional que um monodrama multimídia". O compositor descreveu Humbert como "profundamente sedutivo, mas profundamente mau". Ele expressou seu desejo para ignorar o enredo e elementos de paródia do romance, e em vez para colocar a audiência "na mente de um homem louco". Ele considerou a si mesmo como duplicando o efeito de Nabokov de colocar alguma coisa na superfície e minando isso, um efeito por qual ele pensou que a música foi especialmente adaptada.<ref>Promotional video, YouTube.</ref>
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