Diferenças entre edições de "Narrador não confiável"

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;O [[pícaro]]:Um narrador caracterizado por exageros e vanglória, com o caso mais antigo provavelmente sendo o do soldado homônimo na comédia de [[Plauto]], ''[[Miles Gloriosus|Miles gloriosus]].'' Exemplos na literatura moderna incluem ''[[Moll Flanders]]'', ''Simplicius simplicissimus'' e ''Felix Krull''.
;O louco:Um narrador que está apenas experimentando [[Mecanismo de defesa|mecanismos de defesa]] mentais, tais como a [[Dissociação (psicologia)|dissociação]] (pós-traumática) e [[Despersonalização|auto alienação]], ou uma severa [[psicopatologia]], como esquizofrenia ou paranoia. Exemplos incluem os narradores auto alienantes de [[Franz Kafka]], de [[Noir|ficção noir]], o narrador cínico do gênero ''Hardboiled'' (que descreve de modo desconfiável o que sente), Barbara Covett em ''Notes on a Scandal,'' e [[Patrick Bateman]] em ''[[American Psycho]]''.
;O [[Bobo da corte|bobo]]:Também chamado de ''[[palhaço]]'', é um narrador que não leva a sério o que fala e conscientemente brinca com as convenções, verdades e expectativas do leitor. Exemplos vão desde [[Tristram Shandy]] a [[Memórias Póstumas de Brás Cubas|Brás Cubas]].
;O inocente:Um narrador cujo juízo é ingênuo ou limitado daquilo que é testemunha. Inocentes notórios incluem [[Huckleberry Finn]], [[Holden Caulfield]] e [[Forrest Gump]].
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