Diferenças entre edições de "Lolita"

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O romance então apareceu em traduções [[Língua dinamarquesa|dinamarquesas]] e [[Língua neerlandesa|holandesas]]. Duas edições de uma tradução [[Língua sueca|sueca]] foram retiradas a pedido do autor.<ref>Juliar, Michael (1986). ''Vladimir Nabokov: A Descriptive Bibliography''. New York: Garland. {{ISBN| 0-8240-8590-6}}. p. 541.</ref><ref>{{citar web|autor=Zimmer, Dieter |url=http://www.d-e-zimmer.de/HTML/coverlist-en.htm |título=List of Lolita Editions |publicado=D-e-zimmer.de |acessodata=11 de Outubro de 2010|arquivourl=https://web.archive.org/web/20110429080541/http://www.d-e-zimmer.de/HTML/coverlist-en.htm|arquivodata=29 de Abril de 2011|urlmorta=sim|df=dmy-all}}</ref>
 
Apesar da inicial trepidação, não houve resposta oficial nos E.U.A., e a primeira edição americana foi emitida por G. P. Putnam's Sons em agosto de 1958. O livro foi em uma terceira impressão dentro de dias e tornou-se o primeiro desde ''[[Gone with the Wind (livro)|Gone with the Wind]]'' para vender 100,000 cópias em suas primeiras três semanas.<ref>{{citar web|último = King |primeiro = Steve |título=Hurricane Lolita |url=http://bnreview.barnesandnoble.com/t5/Daybook/quot-Hurricane-Lolita-quot/ba-p/5439 |publicado=barnesandnoble.com |arquivourl=https://web.archive.org/web/20111009053121/http://bnreview.barnesandnoble.com/t5/Daybook/quot-Hurricane-Lolita-quot/ba-p/5439 |dead-url=no |arquivodata=9 de Outubro de 2011|data=2011-08-18}}</ref> [[Orville Prescott]], o influente revisor de livros do ''[[The New York Times|New York Times]]'', grandemente desgostou do livro, descrevendo isso como "maçante, maçante, maçante em uma pretensiosa, florida e arcada moda fátua".<ref>Prescott, Orville (18 de Agosto de 1958) [https://www.nytimes.com/books/97/03/02/lifetimes/nab-r-booksoftimes.html Books of the Times]. Nytimes.com. Recuperado em 2018-07-04.</ref> Esta revisão, entretanto, falhou para influenciar as vendas do livro.
 
O romance continua para gerar controvérsia hoje como a sociedade moderna tem se tornado crescentemente consciente do duradouro dano criado pelo [[abuso sexual de menor]]es. Em 2008, um livro inteiro foi publicado sobre os melhores caminhos para ensinar o romance em uma sala de aula de faculdade, dado que "sua particular mistura de estratégias narrativas, prosa alusiva ornada, e problemático assunto, complica sua apresentação para estudantes".<ref>{{citar livro|título=Approaches to teaching Nabokov's Lolita |último = Kuzmanovich |primeiro = Zoran |autor2 = Galya Diment |ano= 2008 |publicado=Modern Language Association of America |isbn = 9780873529426 |url= }}</ref> Neste livro, um autor exorta professores a notar que o sofrimento de Dolores é notado no livro mesmo se o principal foco seja sobre Humbert. Muitos críticos descrevem Humbert como um [[Estupro|estuprador]], notadamente [[Azar Nafisi]] em seu best-selling ''[[Reading Lolita in Tehran]]'',<ref>{{harvnb|Nafisi|2008|p=51}}</ref> embora em uma pesquisa de críticos David Larmour notasse que outros interpretes do romance têm sido relutantes para usar aquele termo.<ref>{{citar livro|título=Discourse and ideology in Nabokov's prose |último =Larmour |primeiro =David Henry James |ano=2002 |publicado=Psychology Press |isbn= 9780415286589 |página= 133 |url= }}</ref> Perto do fim do romance, Humbert acusa a si mesmo, como notado na sinopse do enredo acima, de estupro estatutário. Entretanto, o biógrafo de Nabokov, Brian Boyd, nega que isso foi estupro "em qualquer sentido comum", nos motivos que "isso é ela que sugere que eles tentaram fora o atrevido truque" qual ela já tinha aprendido no acampamento de verão.<ref>{{harvnb|Boyd|1991|p=230}}</ref> Esta perspectiva é vigorosamente disputada por [[Peter Rabinowitz]] em seu ensaio "Lolita: Solipsized or Sodomized?".<ref>Essay appears in {{citar livro|título=A companion to rhetoric and rhetorical criticism |último =Jost |primeiro =Walter |autor2 = Wendy Olmsted |ano=2004 |publicado=John Wiley & Sons |isbn= 9781405101127 |página=230 |url= }}</ref>
* A canção de 2012 de [[The Veronicas]], "Lolita", tem umas poucas referências para o romance ''Lolita''. "You're my possession, I'm your obsession." É um exemplo de referência desde que Humbert Humbert está obcecado com Lolita.
* Na canção de [[Counterfeit (banda)|Counterfeit]], "[[Together We Are Stronger|Romeo]]", a letra afirma "You can call her what you want but she will always be mine. My Lolita, my seductress, poison, my cyanide. I can't wait to drink her in."<ref>{{citar web|url=https://genius.com/Counterfeit-romeo-annotated|título=Counterfeit – Romeo|website=Genius|língua=en|acessodata=7 de Dezembro de 2017}}</ref> Esta particular letra é pensada para ser em referência para o relacionamento que o cantor principal [[Jamie Campbell Bower]], entrou com a modelo de moda [[Matilda Lowther]], que estava em sua adolescência tardia quando os dois começaram a namorar e é sete anos a sua idade.<ref>{{Citar periódico|url=http://www.dailymail.co.uk/tvshowbiz/article-2666030/Jamie-Campbell-girlfriend-Matilda-Lowther-make-stylish-pair-opening-day-Wimbledon.html|título=Jamie Campbell Bower and Matilda Lowther attend opening of Wimbledon|obra=Mail Online|data=23 de Junho de 2014}}</ref>
* Há uma banda folk japonesa chamada ハンバート ハンバート (Humbert Humbert) nomeada após o personagem em ''Lolita''.<ref>{{Citar jornal|url=https://ja.wikipedia.org/wiki/%E3%83%8F%E3%83%B3%E3%83%90%E3%83%BC%E3%83%88_%E3%83%8F%E3%83%B3%E3%83%90%E3%83%BC%E3%83%88|titulotítulo=Humbert Humbert (ハンバート ハンバート) the band, on Wikipedia|data=20 de Agosto de 2018}}</ref>
 
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