Diferenças entre edições de "Ordem de São Bento de Avis"

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Desfeita a edição 59285223 de 2804:18:781B:9EA1:21C9:6A87:AD8A:9362 Uma guerre nunca é santa, e por ter outra religião não são infieis.
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===Nascimento das Ordens Religiosas Militares.===
{{AP|Ordem dos Templários}}
Embora seja estranho falar hoje de Ordens, Religiosas Militares, elas nasceram num tempo e num contexto especifico. Em plena Idade Média, num sistema feudal, com guerras incessantes entre cristãos, com grande parte da Europa ocupada pelos infiéis“infiéis”, e sobretudo em plena Cruzada (ou guerra santa“Santa”). [[Bernardo de Claraval|São Bernardo]] numa carta de 1131 tenta explicar esse dilema com esses argumentos: “a fé e a espada atuam de comum acordo, combatendo para o triunfo do dogma e para a unidade católica. Matar ou morrer por Cristo nada tem de criminoso, merecendo sim uma imensa glória”. É em Jerusalém em 1118, que [[Hugo de Payens]] e Godefroy de Saint-Omer com mais 7 cavaleiros criaram a primeira Ordem Religiosa Militar, dos Pobres Cavaleiros de Cristo (Templários), para primeiro proteger os peregrinos entre o porto de Jaffa e a vila Santa, depois para proteger e reconquistar todas as Terras Cristãs aos infiéis. Em 1129, no concílio de Troyes (França) <ref>Alain Demurger, Les Templiers, une chevalerie chrétienne au Moyen Âge, Paris, Seuil, coll. « Points Histoire »</ref>, o Papa Honório II, reconhece essa Ordem, a coloca-a na sua direta dependência (com os privilégios associados) e dá-lhe como estatuto, a Regra de Cister (Mosteiro da Borgonha) de São Bernardo. Em 1128 a [[Ordem do Templo]] já está presente em Portugal, e no tempo de D. Afonso Henriques, ela torne-se o ferro de lança das nossa tropas, a primeira linha da nossa defesa.
 
===As Ordens ibéricas.===
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