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===Jardim Histórico===
 
O [[Jardim histórico|Jardim Histórico]] do Museu da República ocupa uma área de 24.000 m2, ligando a Rua do Catete à Praia do Flamengo, paralelamente à Rua Silveira Martins. Seu formato original, cujo projeto é atribuído ao paisagista francês Antoine Glaziou, apresentava árvores de grande altura, um pomar e a aléia de palmeiras, já existente no terreno desde antes de sua aquisição pelo Barão de Nova Friburgo <ref name=":4">{{citar livro|título=Jardim Histórico do Museu da República|ultimo=CABRAL, Magaly; DAETWYLER, Carlos; MACRI, Marcus (Orgs)|primeiro=|editora=Museu da República|ano=|local=Rio de Janeiro|página=2019|páginas=}}</ref>.
[[Ficheiro:Parque - Palácio do Catete.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|Vista geral do lago artificial e da vegetação do jardim do Palácio do Catete.]]
O segundo proprietário do Palácio, o Conselheiro Mayrink, fez construir um embarcadouro para seu iate nos fundos do jardim, que terminava diretamente na Baía de Guanabara (o primeiro aterramento dessa região aconteceu em 1905, para abertura da Avenida Beira-Mar). Quando o Palácio se tornou sede do Governo Federal, este cais passou a ser de uso exclusivo da Presidência da República. Na década de 1960, quando foi construído o [[Aterro do Flamengo]], o que restava do embarcadouro foi demolido<ref name=":0" />.
[[Ficheiro:Jardim do Palácio do Catete - chafariz com escultura.jpg|alt=|miniaturadaimagem|Foto de Marc Ferrez (1897) retratando o chafariz da aléia central do jardim que, no século XIX, situava-se no antigo Largo do Valdetaro, em frente ao palácio. Foi transferido para sua atual localização durante as reformas para a Presidência da República, em 1896, quando também recebeu a escultura em bronze no topo do chafariz, representando o [[O Nascimento de Vênus|Nascimento de Vênus]]. (Acervo Instituto Moreira Salles)]]
O projeto de [[Paul Villon]], de 1896, feito para a Presidência da República, adicionou ao jardim canteiros altos, três pontes rústicas, bancos sobre rochas artificiais e a gruta artificial com cascata, de onde sai um rio artificial que alimenta dois lagos. Um antigo [[pavilhão]] do parque foi transformado em [[coreto]] para apresentações musicais. Foram construídas dependências para os mordomos e criados da presidência. Ainda no parque, seriam adaptados um piquete de cavalaria e cocheiras, próximos à entrada da Praia do Flamengo<ref name=":0" />, no local onde hoje é o prédio da [[Reserva técnica|Reserva Técnica]] do Museu.
[[Ficheiro:Palácio do Catete0026.JPG|esquerda|miniaturadaimagem|O coreto do jardim do Palácio do Catete, que na década de 1980 abrigava a Brinquedoteca do Museu da República. Atualmente, serve como espaço para exposições e apresentações artísticas.]]
Do século XIX também é o conjunto de esculturas alegóricas de bronze, de autoria de Mathurin de Moreau, que representam a África, a América, a Europa, a Ásia e a Oceania por meio de crianças que lutam contra animais típicos daqueles continentes. As esculturas foram fabricadas na [[Fundição Val d'Osne|Fundição Val D'Osne]], de onde vieram também a escultura representando a lenda do Nascimento de Vênus, colocada no topo do chafariz e as alegorias femininas que ficaram na platibanda do palácio até 1910.
Em 1995, um novo projeto paisagístico foi elaborado para o parque, sendo realizada uma ampla reestruturação de toda a sua rede elétrica e de escoamento de água e implantado um sistema automático de irrigação.
 
No final dos anos 90, uma nova intervenção substituiu os muros do parque erguidos ao longo da Rua Silveira Martins e da Praia do Flamengo por gradis idênticos aos que já existiam nas demais margens do Palácio, permitindo uma maior visibilidade do seu jardim<ref name=":4" />.
 
== Acervo ==
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