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Entre 1858 e 1860, o português [[António Clemente Pinto|Antônio Clemente Pinto]], Barão de Nova Friburgo, adquiriu as casas de número 159, 161 e 163 do Caminho do Catete e seus respectivos terrenos de fundos, que se estendiam até a Praia do Flamengo, entre a Rua do Príncipe (atual Rua Silveira Martins) e a Rua Ferreira Viana<ref name=":0">{{Citar livro|url=http://worldcat.org/oclc/685250897|título=Catete : memórias de um Palácio|ultimo=ALMEIDA|primeiro=Cícero Antonio F.|data=1994|editora=Museu da República|ano=|local=|página=|páginas=|oclc=685250897}}</ref>. Fazendeiro e comerciante de café, banqueiro e industrial, o barão chegou a ser o homem mais rico do Brasil durante o [[Segundo reinado|Segundo Império]].
 
Em 1858, a demolição da casa número 159 marcou o início da construção do Palácio Nova Friburgo, que seria a residência do barão e de sua família, projetado pelo arquiteto alemão [[Carl Friedrich Gustav Waehneldt]]. O jardim foi organizado de acordo com o projeto atribuído ao paisagista francês [[Auguste François Marie Glaziou]] <ref name=":4" />.
 
O Palácio Nova Friburgo também era chamado de “Palácio do Largo do Valdetaro”, pois ocupava terreno antes pertencente ao escrivão português Manoel Valdetaro, em frente ao qual havia um largo com um chafariz público.
Durante aquele ano, o Palácio do Catete passou por uma reforma geral comandada pelo engenheiro e urbanista [[Aarão Reis]]. As principais mudanças consistiram na adaptação de salões privados, domésticos e sociais como espaços de trabalho burocrático. O jardim também foi remodelado sob a coordenação do paisagista francês [[Paul Villon]]. Para o serviço da Presidência, nele foram construídos cocheiras, alojamentos de funcionários e da guarda presidencial e uma usina elétrica.
 
O Palácio do Catete foi um dos primeiros prédios da cidade a ser iluminado por energia elétrica. A instalação dos serviços de eletricidade foi coordenada pelo engenheiro Adolfo Aschoff. A energia vinha de uma [[usina elétrica]] exclusiva, construída na lateral com a atual Rua Ferreira Viana, abastecida de carvão por um ramal da linha férrea. Posteriormente, a usina foi desativada e o prédio foi transformado em garagem presidencial <ref name=":0" />. Atualmente serve de espaço expositivo ao vizinho [[Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular|Museu do Folclore Edison Carneiro]].
 
O antigo Palácio Nova Friburgo foi oficialmente inaugurado como sede da Presidência da República em 24 de fevereiro de 1897, no sexto aniversário da [[Constituição brasileira de 1891|primeira Constituição republicana]].
A escada principal foi construída na Alemanha em módulos pré-fabricados de ferro fundido, uma das primeiras deste tipo a serem utilizadas no Brasil. O saguão da escada era iluminado naturalmente pela [[Claraboia|clarabóia]] de vidro colorido no teto, à qual se somaram, nos tempos da Presidência, as luzes das lâmpadas elétricas.  
 
O painel central e os arcos são decorados por cenas mitológicas copiadas dos afrescos pintados pelo renascentista italiano [[Rafael]] na [[Villa Farnesina|Villa Farnesiana]] em Roma <ref name=":1" />. Os vitrais laterais são de fabricação alemã e retratam musas e outras figuras mitológicas ligadas à ciência e às artes. Em um nicho na parede ao centro há uma cópia em metal da escultura [[Afrodite]] de [[Cápua]], do Museu Nacional de Nápoles.
 
'''Salão Ministerial'''[[Ficheiro:Museu reublica salao ministerial.jpg|miniaturadaimagem|Mesa de reuniões do Salão Ministerial. Ao fundo, o quadro Compromisso Constitucional, de [[Aurélio de Figueiredo]] (1896).]]
 
==== 2º andar ====
Chegando ao segundo andar pela escadaria principal, o visitante se depara com quatro painéis murais representando as alegorias das artes que se integraram na construção do Palácio: Pintura, Desenho, Arquitetura e Escultura. RetratadoAqui, o Palácio aparece retratado da forma como era na época de sua construção, o Palácio aparece aqui, sustentado por um dos dois anjos que ladeiam a figura feminina que representa a Arquitetura. <ref name=":0" />
 
O segundo andar era destinado a recepções e cerimônias de gala, tanto na época do Barão quanto da Presidência da República. A riqueza e os esquemas decorativos dos salões mostram como certos setores da [[aristocracia]] do Segundo Império, cujos hábitos e negócios iam se tornando cada vez mais [[Burguesia|burgueses]], procuravam demonstrar seu sucesso diante da sociedade. <ref name=":1" />
 
'''Capela'''
A forte influência política e ideológica da [[Igreja Católica no Brasil|Igreja Católica]] sobre o Estado imperial brasileiro explica o porquê do Barão de Nova Friburgo ter uma sala de orações e atividades litúrgicas no pavimento mais nobre de seu palácio. Sala de temática religiosa, apresenta o teto decorado por painéis reproduzindo a figura de apóstolos e cópias de duas telas: “A Transfiguração”, do italiano renascentista [[Rafael]], e “[[Imaculada Conceição dos Veneráveis|Imaculada Conceição]]”, do espanhol barroco [[Bartolomé Esteban Murillo|Bartolomé Murillo]].
 
Durante o período republicano, a decoração foi conservada, mas a capela virou sala de visitas. Somente foi usada com fins religiosos para o casamento da filha do presidente Rodrigues Alves em 1904 e no velório do presidente Afonso Pena em 1909 <ref name=":5">{{citar livro|título=Guia de Visitação|ultimo=Museu da República|primeiro=|editora=|ano=1987|local=Rio de Janeiro|página=|páginas=}}</ref>.
 
'''Salão Francês'''
Também chamado de Salão Azul, este salão localizado entre a Capela e o Salão Nobre servia de apoio às recepções e festas oferecidas no Palácio, onde os convidados podiam sentar e descansar. Seu nome vem do predomínio da decoração em [[Estilo Luís XVI|estilo Luiz XVI]], presente nos ornatos do teto, nas molduras dos espelhos e nas sanefas, no mobiliário e no relógio de fabricação francesa.
 
Com a chegada da Presidência, as paredes da sala ganharam novas pinturas em estilo [[Art nouveau|art noveau]], sob supervisão do pintor [[Antônio Parreiras]].<ref name=":5" /> Era no Salão Francês que os embaixadores estrangeiros aguardavam o momento de entregar suas credenciais ao Presidente da República, cerimônia que era realizada no Salão Nobre.
 
'''Salão Nobre'''[[Ficheiro:Palácio do Catete (cidade do Rio de Janeiro, Brasil) (abaixo o imperialismo linguístico) 35.jpg|miniaturadaimagem|O Salão Nobre do Palácio do Catete.]]
O Salão Nobre ou Salão de Baile relembra a vida social e o luxo da corte. Nele eram realizadas as principais recepções do Palácio. As pinturas verticais representam cenas mitológicas associadas à música e às artes, e, na parte superior das paredes, pinturas em semicírculo referem-se à vida de [[Apolo]], deus da música e da poesia. A presença da música é notada, ainda, nas [[Lira (instrumento musical)|liras]] que aparecem no [[parquet]] do piso. O mobiliário e os espelhos biseautés foram adquiridos pelo Barão de Nova Friburgo na França<ref name=":0" />.
 
Na época da Presidência, esse salão continuou sendo o espaço mais nobre, tendo recebido sobre as portas as Armas da República. Era da varanda deste salão que o Presidente se dirigia à multidão reunida do lado de fora do Palácio, em ocasiões especiais como a cerimônia de posse. Em 1938, o painel do teto foi refeito pelo pintor acadêmico brasileiro [[Armando Viana|Armando Vianna]].<ref name=":5" />
 
'''Salão Pompeano'''[[Ficheiro:Palácio do Catete (cidade do Rio de Janeiro, Brasil) (abaixo o imperialismo linguístico) 28.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|Detalhe do teto do Salão Pompeano, com a representação das datas históricas, incluída pela reforma da Presidência da República em 1896.]]
Seguindo um tema da moda em meados do século XIX, as paredes do Salão Pompeano foram pintadas com figuras e alegorias inspiradas nos vestígios encontrados nas ruínas da cidade romana de [[Pompeia|Pompéia]]; o vermelho intenso evoca o vulcão [[Vesúvio]] que a soterrou. O mobiliário também foi adquirido pelo Barão de Nova Friburgo na França<ref name=":0" />.
 
Nas obras de adaptação do prédio para a Presidência, apenas o teto sofreu alteração, com a colocação das Armas Nacionais e das datas históricas referentes ao [[Descobrimento do Brasil]], [[Independência do Brasil|Independência]], [[Lei Áurea|Abolição da Escravatura]] e Proclamação da República. Era utilizado, nas festas, como área de descanso para as mulheres <ref name=":2">{{citar web |ultimo=FRANÇA |primeiro=Renata Reinhoefer Ferreira |url=http://www.dezenovevinte.net/arte%20decorativa/ad_palacio_friburgo.htm#_edn1 |titulo=Arquitetura, imaginário e poder no Palácio do Barão de Nova Friburgo |data=janeiro de 2008 |acessodata=21 de setembro de 2020 |publicado=}}</ref>.
O Salão Mourisco é assim chamado pela decoração de cunho [[Orientalismo|orientalista]], inspirada na [[arte islâmica]], sobretudo a dos países do norte da África como [[Marrocos]] e [[Tunísia]]. Era um espaço destinado ao lazer dos homens, para jogar e fumar <ref name=":2" />. Apresenta um lustre de bronze dourado e cristal rubi, mobiliário em marfim e palhinha e é decorado por esculturas e pinturas que representam povos norte-africanos. Os relevos coloridos nas paredes são inspirados na ornamentação do palácio fortaleza de [[Alhambra]] em [[Sevilha]], na [[Espanha]].
 
A escultura de bronze “A Africana”, representando uma mulher em trajes norte-africanos encostada sobre um jarro, foi um presente recebido pelo presidente marechal Deodoro da Fonseca em 1890, por ocasião das comemorações da Abolição da Escravatura.<ref name=":5" /> No Palácio Rio Negro, em Petrópolis, há um outro exemplar dessa mesma escultura.
 
'''Salão Veneziano'''[[Ficheiro:Palácio do Catete (cidade do Rio de Janeiro, Brasil) (abaixo o imperialismo linguístico) 25.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|O Salão Veneziano do Palácio do Catete.]]
O Salão Veneziano (também chamado de Salão Amarelo) era usado como sala de visitas. Seu nome decorre do estilo do mobiliário, com móveis pesados e ricamente decorados. Nele há um lustre central em bronze e cristal, candelabros e grandes espelhos.
 
Na República, o salão foi usado como sala de música e para a realização de [[Sarau|saraus]]. Um dos espelhos existentes nos tempos do Barão de Nova Friburgo foi substituído por um painel executado pelos pintores Antonio Parreiras e [[Décio Villares|Décio Vilares]]. <ref name=":0" />
 
Nele, em 1913, realizou-se o sarau promovido por [[Nair de Tefé|Nair de Teffé]], segunda esposa do presidente Hermes da Fonseca, no qual ela tocou ao violão a música “Corta-jaca”, [[maxixe]] composto pela maestrina [[Chiquinha Gonzaga]]. O episódio escandalizou a sociedade da época, que desprezava este tipo de música por causa de sua origem popular.
 
==== 3º andar ====
O último andar era destinado aos aposentos privados da família do barão de Nova Friburgo e, mais tarde, das famílias dos presidentes quando estes decidiam habitar o Palácio. Para a instalação da Presidência, novos móveis e objetos funcionais e decorativos foram encomendados. Com o passar do tempo, o mobiliário e a decoração foram sendo alterados de acordo com as necessidades e gostos de cada morador. <ref name=":5" /> A galeria circunda todo o centro do prédio e possibilita uma visão mais aproximada da claraboia composta por 266 peças e decorada por um vitral.
 
Ficava neste andar o quarto onde Getúlio Vargas suicidou-se, em 24 de agosto de 1954. Logo após a morte do ex-presidente, a mobília foi transferida do Palácio do Catete para uma sala do Museu Histórico Nacional, na qual se buscou recriar o cenário onde ocorreu o fatídico episódio. Com a inauguração do Museu da República, o quarto foi novamente montado no Palácio do Catete. Nele são expostos o pijama usado por Getúlio naquela madrugada, bem como a pistola e a bala com as quais ele atirou no próprio peito.
O projeto de [[Paul Villon]], de 1896, feito para a Presidência da República, adicionou ao jardim canteiros altos, três pontes rústicas, bancos sobre rochas artificiais e a gruta artificial com cascata, de onde sai um rio artificial que alimenta dois lagos. Um antigo [[pavilhão]] do parque foi transformado em [[coreto]] para apresentações musicais. Foram construídas dependências para os mordomos e criados da presidência. Ainda no parque, seriam adaptados um piquete de cavalaria e cocheiras, próximos à entrada da Praia do Flamengo<ref name=":0" />, no local onde hoje é o prédio da [[Reserva técnica|Reserva Técnica]] do Museu.
[[Ficheiro:Palácio do Catete0026.JPG|esquerda|miniaturadaimagem|O coreto do jardim do Palácio do Catete, que na década de 1980 abrigava a Brinquedoteca do Museu da República. Atualmente, serve como espaço para exposições e apresentações artísticas.]]
Do século XIX também é o conjunto de esculturas alegóricas de bronze, de autoria de Mathurin de Moreau, que representam a África, a América, a Europa, a Ásia e a Oceania por meio de crianças que lutam contra animais típicos daqueles continentes. <ref name=":4" /> As esculturas foram fabricadas na [[Fundição Val d'Osne|Fundição Val D'Osne]], de onde vieram também a escultura representando a lenda do Nascimento de Vênus, colocada no topo do chafariz e as alegorias femininas que ficaram na platibanda do palácio até 1910.
 
No ano de 1960, com a criação do Museu da República, o jardim foi aberto ao público.
O acervo do Arquivo Histórico é predominantemente em suporte papel (há apenas alguns itens em suporte tecido ou couro), composto de documentos textuais (manuscritos e impressos), fotografias, plantas e mapas. A maioria das coleções é formada por [[Arquivo pessoal|arquivos de tipo pessoal]].
[[Ficheiro:Canudos rebels.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|"400 jagunços prisioneiros", título original da foto de Flávio de Barros, da Coleção Canudos, que retrata as mulheres, velhos e crianças feitos prisioneiros pelo Exército ao fim da Guerra de Canudos. (Acervo Museu da República).]]
Atualmente, o Arquivo Histórico reúne, preserva e disponibiliza ao público cerca de 90.000 documentos, divididos em 29 coleções. Entre elas, está a Coleção Canudos, com as fotos de Flávio de Barros que são as únicas imagens remanescentes da [[Guerra de Canudos]]<ref>{{citar web |ultimo=BURGI |primeiro=Sérgio |url=http://brasilianafotografica.bn.br/?p=3002 |titulo=Guerra de Canudos pelo fotógrafo Flavio de Barros |data=Outubro de 2015 |acessodata=21 de setembro de 2020 |publicado=Portal Brasiliana Fotográfica}}</ref>; em 2009, esta coleção recebeu o reconhecimento do [[Programa memória do mundo|Programa Memória do Mundo]], da [[Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura|Unesco]]. Destaca-se ainda a Coleção [[Nilo Peçanha]], arquivo pessoal de uma das mais importantes lideranças políticas fluminenses da [[Primeira República Brasileira|Primeira República]], composto por mais de 20.000 documentos.<ref>{{citar livro|título=Acervo Nilo Peçanha: possibilidades de pesquisa. In: Andréa Telo da Côrte. (Org.).Nilo Peçanha e o Rio de Janeiro no cenário da federação.|ultimo=MANGAS|primeiro=Vera|editora=Imprensa Oficial|ano=2010|local=Rio de Janeiro|página=|páginas=p. 59-71.}}</ref>
 
Já a Coleção Família Passos reúne registros textuais e fotográficos da trajetória pública e familiar do ex-prefeito [[Francisco Pereira Passos]], incluindo documentos relacionados à grande reforma urbana empreendida por ele no Rio de Janeiro entre os anos de 1902 e 1906. Em 2017, esta coleção também foi reconhecida pelo Programa Memória do Mundo da Unesco <ref>{{citar web |ultimo=CABRAL |primeiro=Magaly |url=http://brasilianafotografica.bn.br/?p=8414 |titulo=A Reforma Urbana do Rio de Janeiro na Coleção Família Passos |data=15 de setembro de 2017 |acessodata=21 de setembro de 2020 |publicado=Portal Brasiliana Fotográfica}}</ref>. Outro acervo importante é a Coleção Memória da Constituinte <ref>{{citar web |ultimo=SUSSEKIND |primeiro=Elizabeth |url=http://museudarepublica.museus.gov.br/o-programa-pro-memoria-da-constituinte |titulo=O Programa Pró-Memória da Constituinte |data=junho de 2017 |acessodata=21 de setembro de 2020 |publicado=}}</ref>, que reúne mais de 20.000 registros dos debates políticos e das mobilizações populares que antecederam e acompanharam a [[Assembleia Nacional Constituinte de 1987|Assembleia Nacional Constituinte]], que elaborou a [[Constituição brasileira de 1988|Constituição Federal de 1988]].
O primeiro registro do livro de tombo da Biblioteca data de 11 de agosto de 1964. Nessa época, o acervo da Biblioteca do Museu da República começou a ser formado por obras transferidas do acervo do Museu Histórico Nacional, acrescido por doações de nomes expressivos da história republicana brasileira ao longo dos anos.
 
Em 1983, após a desvinculação do Museu da República do MHN, a Biblioteca passou a fazer parte da Divisão de Documentação e Pesquisa. Entre 1986 e 1988, como parte de uma reestruturação administrativa, teve o seu acervo atualizado com a aquisição de obras de referência, por meio de um convênio com o [[Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico|CNPq]]. Atualmente, a Biblioteca do museu possui em seu acervo livros, folhetos, revistas, jornais, CDs e DVDs. Especializada na história do Brasil republicano, possui também obras de [[Ciências sociais|Ciências Sociais]], [[Biblioteconomia]], [[Arquivologia]], [[Museologia]], [[Educação]], [[Arte]] e [[Arquitetura]], assim como informação sobre a memória institucional do Museu da República<ref>{{citar web |ultimo=Museu da República |primeiro= |url=http://museudarepublica.museus.gov.br/biblioteca/ |titulo=Biblioteca |data= |acessodata=22 de setembro de 2020 |publicado=}}</ref>.
 
== Referências Bibliográficas ==
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