Diferenças entre edições de "Ópera Garnier"

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== História ==
A Ópera foi projetada no contexto da grande [[reforma urbana de Paris]] no [[Segundo Império]], liderada pelo prefeito da região parisiense, [[Georges-Eugène Haussmann]]. Para a sua construção, em [[1859]], Haussmann foi autorizado por [[Napoleão III]] a promover a limpeza de 12.000 mil m² de terreno. O projeto foi objeto de concurso público, em [[1861]], do qual foi vencedor o arquiteto [[Charles Garnier]] (1825-1898), que era então um profissional desconhecido, de 35 anos de idade, e que viria posteriormente a construir também a Ópera de [[Monte Carlo]], em [[Mônaco]].
 
[[Ficheiro:The Opera House, Paris, France ca. 1890-1900.jpg|thumb|esquerda|A Ópera Garnier em [[1900]].]]
Quando a estação ''Opéra'' do metrô foi construída, havia receio de que a característica entrada das estações parisienses, de ferro fundido, em estilo [[art nouveau]], pudesse conflitar com a fachada do Palácio. Como resultado, balaustradas em mármore foram empregadas.
 
O majestoso edifício tem área total de 11.000 mil m² (ou 118.404{{Fmtn|118404}} ft²) e o imenso palco pode acomodar até 450 artistas. O estilo é monumental. O prédio é ornamentado e ricamente decorado, com frisos de mármore multicolorido, colunas e muitas estátuas. O interior é também muito rico, com veludos, superfícies folheadas a ouro, querubins e ninfas. O candelabro central do salão principal pesa mais de seis toneladas, e uma segunda pintura do teto foi feita em [[1964]] por [[Marc Chagall]].
 
Diz a lenda que a imperatriz [[Eugénia de Montijo]] perguntou a Garnier se o palácio seria em estilo grego ou romano, ao que o arquiteto teria respondido: ''"Ele é no estilo Napoleão III, Madame!"''