Wikipédia:Candidatos a artigo/Urochordata: diferenças entre revisões

m
ajuste(s), typos fixed: individuo → indivíduo (2), agua → água
(unlinkei uma coisa que n precisava)
m (ajuste(s), typos fixed: individuo → indivíduo (2), agua → água)
 
Os sistemas dos Urocordados são relativamente simples, se comparados aos dos outros [[Cordados]]. O sistema circulatório tem vasos simples mas bem definidos e um coração cilíndrico em forma de U. O sistema nervoso dos Urocordados consiste de um gânglio cerebral cilíndrico e nervos saindo tanto na extremidade anterior quanto na posterior. Na questão reprodução, os Urocordados podem ser tanto assexuados quanto sexuados. Quando assexuado, a reprodução é por [[brotamento]], enquanto os sexuados são geralmente [[hermafroditas]].
 
 
==Morfologia==
 
O sistema nervoso dos Urocordados, originado do tubo neural embrionário, está localizado entre os dois sifões no tecido conjuntivo e com nervos saindo tanto na extremidade anterior quanto na posterior. Sob o gânglio aloja-se um órgão esponjoso e oco chamado de glândula neural, que mesmo com o seu nome, não se encontra nervos presentes e a presença de glândulas nele é questionável. Mas acredita-se que sua função está relacionada com a restauração e conservação do volume do fluido sanguíneo. Os órgãos sensoriais dos Urocordados podem ser encontrados na superfície dos sifões, nos tentáculos bucais e no átrio, exercendo um controle na corrente de água com sedimentos que passa pelo sistema digestório.
 
 
==Diversidade==
O subfilo Urochordata pode ser dividido em três Classes: Ascidiacea, Thaliacea e Larvácea. Sendo Ascidiacea a classe com mais membros neste subfilo.
===Ascidiacea===
As ascídias são sésseis e comuns em todo mundo. Podendo-se encontrar indivíduos grandes e solitários ou indivíduos pequenos que vivem em grandes colônias. O formato do corpo das ascídias varia de esféricas, cilíndricas a irregulares e um dos lados se prende ao substrato e o lado oposto de seu corpo existe duas aberturas, o sifão bucal e o sifão atrial, por onde se alimentam e secretam seu alimento. São encontradas de várias cores e vários tamanhos (de 1mm a 18cm18 cm). A túnica que reveste as ascídias é predominantemente espessa, variando de gelatinosa a resistente.
 
Muitas ascídias são coloniais, seus indivíduos (chamado de zooides) são geralmente pequenos, mas suas colônias podem chegar a tamanhos consideráveis. Os zooides são unidos um com os outros, sendo que em famílias mais especializadas, esses zooides apresentam uma túnica compartilhada. Em algumas espécies, esses zooides são independentes de seus vizinhos. No entanto, em outras espécies, os zooides coloniais são integrados em um sistema organizado que apresenta até uma cavidade atrial em comum.
 
===Thaliacea===
Nas Taliácias seus membros são especializados em uma vida livre-natante. Apresentando um sifão bucal e atrial em lados opostos, que não só servem para a alimentação, mas também funciona na propulsão do individuoindivíduo (propulsão por jato d’aguad’água). As taliácias apresentam uma aparência transparente e um tecido conjuntivo gelatinoso.
 
A classe Thaliacea pode ser dividida em três ordens: Pyrosomida, Doliolida e Salpida. A Pyrosomida compreende uma ordem mais primitiva. Seus indivíduos formam colônias especializadas, em que os pequenos zooides estão juntos numa estrutura em comum, onde a água entra no sifão bucal de cada individuoindivíduo e vai para uma grande câmara atrial compartilhada (cloaca comum), que faz a água sair em um único sifão atrial. Os Pirossomos podem apresentar também uma alta bioluminescência. As ordens Doliolida e Salpida compreende de indivíduos que alternam entre etapas sexuais coloniais e solitárias. Esses membros possuem uma ação muscular que contrai a câmara atrial, auxiliando no fluxo aquático no átrio.
 
===Larvácea===
*RUPPERT, E. E.; FOX, R. S.; BARNES, R. D. Zoologia dos Invertebrados. 6 ed. São Paulo: Roca, 1996.
*BRUSCA, R. C.; BRUSCA, G. J. Invertebrados. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2007.
*ROCHA, R. M.; TAVARES, Y.A G.; SILVA, G. S.; METRI, R. 2006. Origem e Evolução de Deuterostomia. In: E. L A Monteiro Filho; J. M. da R.Aranha. (Org.). Revisões em Zoologia I. 1 ed. Curitiba: SEMA, p.  199-215.
 
{{Cordados Viventes}}
 
[[Categoria:Cordados]]
[[Categoria:Tunicados|!]]
 
{{Cordados Viventes}}