Diferenças entre edições de "Cauby Peixoto"

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[[Ficheiro:Cauby.png|thumb|250px|Cauby se apresentando no Bar Brahma, em 2015.]]
 
Cauby vivia em São Paulo com sua fã, a empresária e cuidadora Nancy Lara, responsável pela agenda, figurinos, cenários, montagem dos palcos e repertório. Se apresentava nas noites de [[Segundasegunda-feira|Segunda-Feira]] no [[Bar Brahma]], um tradicional templo da boemia paulistana, em funcionamento desde os anos 40's, se localiza na mais famosa esquina brasileira ([[Avenida Ipiranga|Av. Ipiranga]] com [[Avenida São João|Av. São João]], em [[São Paulo (estado)|São Paulo]], [[Brasil]]), uma temporada de três meses, com seu sucesso, levou á uma temporada que durou mais de uma década, com ingressos concorridos, tanto no Bar Brahma, como em seus shows que realizava pelo [[Brasil]], com seu violonista e amigo [[Ronaldo Rayol]], irmão do cantor [[Agnaldo Rayol]].
 
Em 2012, foi homenageado no [[carnaval]] pela escola de samba [[Águia de ouro]], onde desfilou em cima de um carro alegórico, vestido de rei da [[MPB]].
 
Em 28 de maio de 2015, seu documentário foi lançado no Brasil, ([[Cauby - Começaria tudo outra vez]]) de [[Nelson Hoineff]]. O filme possui noventa minutos, e conta toda sua trajetória. A película marcou a reinauguração do [[Cine Odeon (Rio de Janeiro)|Cine Odeon]], Cauby fala sobre sua sexualidade e outros temas. Ao longo dos noventa minutos de exibição, o público se assenta em três pilares: além da ideia do eterno recomeço, o modelo de interpretação atemporal de Cauby Peixoto e a sinergia entre ele e a plateia, que transcende gerações. O documentário foi o mais rentável e de maior sucesso do ano de 2015.
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