Diferenças entre edições de "João Rodrigues Pereira de Almeida"

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De situação abastada, o negociante possuía influência na vida pública desde a chegada da família real. Em 1808 foi nomeado deputado à Real Junta do Comércio; no ano seguinte, tornar-se-ia diretor do [[Banco do Brasil]]. Em 1821, durante o período do [[Brasil Reino]], foi nomeado deputado às Côrtes constitucionais de Lisboa, representando a [[província do Rio de Janeiro]], a fim de debater, junto às outras deputações brasileiras e d'outros territórios ultramarinos, a Carta que se estava a elaborar.
 
Foi o construtor e primeiro proprietário do imóvel no [[Campo de Santana (Rio de Janeiro)|Campo de Santana]] vendido à Coroa em 16 de setembro de 1818 para instalação do Museu Real, antecessor do [[Museu Nacional (Rio de Janeiro)|Museu Nacional]]. O prédio é atualmente ocupado pelo [[Centro Cultural da Casa da Moeda]].
 
João Rodrigues adquiriu grande influência política na corte joanina e serviu como deputado da [[Real Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação]] desde a criação do órgão em 1808 até o início do primeiro reinado. Foi acionista e diretor do [[Banco do Brasil]] desde sua fundação tendo sido enviado pelo ministro dos negócios estrangeiros [[Silvestre Pinheiro Ferreira]] para negociar com as [[Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa|Cortes de Lisboa]] um empréstimo de vinte milhões de cruzados para garantir a solvência da instituição. Foi nomeado membro da [[Junta Governativa do Reino do Brasil]] em 23 de fevereiro e [[Fidalgo do Conselho|Conselheiro Real]] em 26 de março de 1821.
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