Diferenças entre edições de "Motores Honda na Fórmula 1"

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=== Quarta fase (2015–2021) ===
A Honda retornou à Fórmula 1 como fornecedor de motores em 2015, revivendo seusua relacionamentoparceria com a [[McLaren]], parceiraparceria esta que foi bem sucedida nosno final dos anos 1980 e início dos anos 1990.<ref name="FOX Sports" /> Para a temporada de {{AnosF1|2015}}, a Honda forneceu à McLaren o RA615H, um motor turbo [[Motor V6|V6]] de injeção direta de 1,6 L. O motor foi projetado em torno do projeto de tamanho muito reduzido e dos requisitos aerodinâmicos da McLaren, que eles haviam batizado de filosofia "tamanho zero".<ref>{{citar web|último1 =Scarborough|primeiro1 =Craig|título=Technical insight: Honda's radical Formula 1 engine for McLaren|url=https://www.autosport.com/f1/news/118626/honda-radical-formula-1-engine|website=Autosport|acessodata=21 de abril de 2018|data=21 de abril de 2015}}</ref> Durante a temporada, o motor mostrou-se significativamente fraco e ineficiente. O bicampeão mundial [[Fernando Alonso]] descreveu-o como "embaraçoso" e o comparou a um "motor de [[GP2 Series|GP2]]" no [[Grande Prêmio do Japão de 2015|GPGrande Prêmio do Japão]].<ref>{{citar web|url=http://www.espn.co.uk/f1/story/_/id/13751402/mclaren-fernando-alonso-fumes-honda-gp2-engine-suzuka|título=Embarrassed Alonso fumes at Honda's 'GP2 engine'|obra=espn.co.uk|acessodata=21 de abril de 2018}}</ref> A equipe recebeu uma penalidade recorde de 105 pontos no [[Grande Prêmio da Bélgica de 2015|Grande Prêmio da Bélgica]] depois de precisar fazer uma série de mudanças em suas unidades de potência.<ref>{{citar jornal|url=https://www.bbc.co.uk/sport/formula1/34008319|título=McLaren given 105-place grid penalty|primeiro =Andrew|último =Benson|obra=[[BBC Sport]]|publicado=BBC|data=22 de agosto de 2015|acessodata=21 de abril de 2018}}</ref> A McLaren-Honda terminou a temporada de 2015 em nono lugar no Campeonato Mundial de Construtores, com 27 pontos.
 
Para a temporada de {{AnosF1|2016}}, a McLaren usou a unidade de potência Honda RA616H atualizada. A temporada começou mais positiva que no ano anterior e após apenas seis corridas, a equipe marcou 24 pontos, três pontos abaixo do total da temporada anterior. A confiabilidade e o desempenho ainda eram um problema e em junho de 2016, o chefe do programa de Fórmula 1 da Honda, Yusuke Hasegawa, admitiu que o fraco desempenho do motor da Honda significava que "apenas a sorte os colocaria no pódio deste ano" e "em nossa situação atual, não há muitas equipes que querem nosso motor".<ref>{{citar web|url=http://www.planetf1.com/news/honda-only-luck-will-put-mclaren-on-the-podium/|título=Honda: Only luck will put McLaren on the podium|data=27 de junho de 2016|obra=planetf1.com|acessodata=21 de abril de 2018}}</ref> Em setembro de 2016, Hasegawa anunciou que a Honda tinha uma equipe separada que já trabalhava no motor do próximo ano.<ref>{{citar web|url=http://www.autosport.com/news/report.php/id/126087|título=Honda has separate team working on 2017 F1 engine|primeiro =Ben Anderson and Lawrence|último =Barretto|obra=autosport.com|acessodata=21 de abril de 2018}}</ref> A McLaren-Honda terminou em sexto lugar na classificação final do Campeonato de Construtores, com 76 pontos, uma melhora significativa em relação ao ano anterior.
No início da temporada de {{AnosF1|2017}}, a Honda afirmou que seu motor estava "no mesmo nível do [[Motores Mercedes na Fórmula 1|Mercedes]] de 2016".<ref>{{citar web|url=https://www.motorsport.com/f1/news/analysis-how-big-is-the-mclaren-honda-crisis-882530/|título=Analysis: How big is the McLaren-Honda crisis?|obra=motorsport.com|acessodata=21 de abril de 2018}}</ref> No entanto, em testes de pré-temporada, o motor da Honda foi descrito como "sem potência e sem confiabilidade" pelo bicampeão mundial Alonso,<ref>{{citar web|url=https://www.motorsport.com/f1/news/alonso-honda-has-no-power-and-no-reliability-880808/|título=Alonso: Honda has no power and no reliability|obra=motorsport.com|acessodata=21 de abril de 2018}}</ref> com a falta de potência significando que o carro estava com um déficit de 30 km/h nas retas, e o motor precisando ser substituído cinco vezes ao longo de quatro dias. Após o terceiro ano com a McLaren enfrentando problemas com o motor Honda, durante o [[Grande Prêmio de Singapura de 2017|Grande Prêmio de Singapura]], a equipe anunciou que abandonaria a Honda como seu fornecedor de motores.<ref name="bbc.co.uk"/> No final da temporada, os problemas com o motor significaram um acúmulo de 378 penalidades de ''grid'' para a McLaren.<ref>{{citar web|url=https://www.f1technical.net/news/21480?sid=7637e8d99349d81b192887a1a707f733|título=Penalty numbers in the 2017 championship|website=f1technical.net|acessodata=21 de abril de 2018}}</ref> A McLaren-Honda terminou a temporada de 2017 em nono lugar no Campeonato Mundial de Construtores, com 30 pontos.
 
Em 15 de setembro de 2017, foi anunciado que a Honda seria o fornecedor de motores da [[Scuderia Toro Rosso|Toro Rosso]] (que foi rebatizada para [[Scuderia AlphaTauri|AlphaTauri]] em 2020) para a temporada de {{AnosF1|2018}}. Como parte do acordo, a McLaren deixou a Honda no final da temporada de 2017 e mudou para a [[Motores Renault na Fórmula 1|Renault]].<ref>{{citar web|último1 =Benson|primeiro1 =Andrew|título=McLaren-Honda split after three years of troubled partnership|url=https://www.bbc.co.uk/sport/formula1/41248320|website=BBC Sport|acessodata=21 de abril de 2018|data=15 de setembro de 2017}}</ref> A montadora japonesa afirmou que o objetivo era tornar a Toro Rosso uma das três melhores equipes de 2018.<ref>{{citar web|url=http://motorsports.nbcsports.com/2017/09/15/honda-targets-f1s-top-three-with-toro-rosso-in-2018/|título=Honda targets F1's top three with Toro Rosso in 2018|data=15 de setembro de 2017|website=nbcsports.com|acessodata=21 de abril de 2018}}</ref> A Honda afirmou que o seu motor faria da Toro Rosso uma equipe de topo em 2018.<ref>{{citar web|url=http://www.espn.co.uk/f1/story/_/id/20714452/honda-hopes-make-toro-rosso-top-three-team|título=Honda aims for top three with Toro Rosso|website=espn.co.uk|acessodata=21 de abril de 2018}}</ref>
 
Para a temporada da F1 de {{AnosF1|2019}}, a Honda fornecetambém passa a fornecer seus motores tanto para a Toro Rosso quanto para [[Red Bull Racing|Red Bull]], com a equipe austríaca conquistando um pódio no [[Grande Prêmio da Austrália de 2019|GPGrande Prêmio da Austrália de 2019]] surpreende com [[Max Verstappen]] no pódio, sendo este o primeiro pódio comdo motor japonêsHonda desde [[Rubens Barrichello]] no [[Grande Prêmio da Grã-Bretanha de 2008|GP da Grã-Bretanha de 2008]],. noNo [[Grande Prêmio da Áustria de 2019|]], GPo damotor Áustria de 2019]]japonês conquistou a primeira vitória com [[Max Verstappen]] desde [[Jenson Button]] no [[Grande Prêmio da Hungria de 2006|GP da Hungria de 2006]] e a, também, a primeira ''[[pole position]]'' com [[Max Verstappen]] no [[Grande Prêmio da Hungria de 2019|GP da Hungria de 2019]] desde [[Jenson Button]] no [[Grande Prêmio da Austrália de 2006|GP]]. A Honda permanecerá fornecendo motores para as equipes AlphaTauri e Red Bull até o final da Áustráliatemporada de 2006]]{{AnosF1|2021}}, quando a montadora se retirará da categoria mais uma vez.<ref>{{citar web|url=https://motorsport.uol.com.br/f1/news/honda-anuncia-saida-da-f1-ao-final-da-temporada-2021/4885239/|título=Honda anuncia saída da F1 ao final da temporada 2021|site=motorsport.uol.com.br|data=2 de outubro de 2020|acessodata=17 de outubro de 2020}}</ref>
 
== Fornecimento de fotores ==